Andava impossibilitado de postar e acho que em breve estarei de novo já que o websense FDP aqui do trabalho deve voltar a todo vapor em breve. Pra começar esse quadro de pílulas, uma perguntinha: aquele Faça Sua História programa exibido nos domingos a noite pela Globo não é uma cópia escancarada do Taxitramas? Alguém mais já tinha percebido isso?
Não falei nada esses dias quando o Internacional aplicou uma goleada esmagadora sobre o Juventude na final do gauchão e não falarei nada agora, diante das desventuras de ontem a noite. Única coisa que posso dizer é que gostei do time do Sport. Interessado, dedicado, disciplinado. Valorizando como nunca o jogo, a vaga e tudo mais. A vitória foi justa e a classificação mais ainda. Tivesse o meu colorado, com 50% da empolgação mostrada pelos pernambucanos e talvez estivessemos sorrindo hoje. Não há de ser nada. Podia ser pior. Podíamos ter sido eliminados, não ter ganho nada no ano e ainda por cima ter sido rebaixado no brasileiro, em anos recentes. Isso sim é dolorido.
Filmes vistos recentemente. Antes Só do que Mal Casado é daqueles filmezinhos legais dos irmãos Farelly, mas beeeeem pior do que Quem Vai Ficar com Mary? ou Débi e Lóide. Coisas que Perdemos Pelo Caminho é um filme da diretora dinamarquesa Susanne Bier, aquela mesma do ótimo Brothers. Elenco bom, tomadas de câmera excelentes e filme, nem tanto. Por fim vi também Medo da Verdade, obra extremamente amarga a respeito do seqüestro de crianças. O que mais impressiona nem é a trama forte ou as interpretações idem e sim a direção competente do Ben Affleck. Sim, ele mesmo pra surpresa geral.
Cês já viram o CQC né? Tá, última vez que falo a respeito. Juro!
Por fim, galera, clipezinho de música do novo álbum do Supergrass chamado Diamons Hoo Ha. A canção se chama Bad Blood!
Até a próxima!
filmado por Tiago às 5:53 PM |
Resenha - Cinema
Homem de Ferro (Iron Man)
De Jon Favreau. Com Robert Downey Jr., Terrence Howard e Jeff Bridges. Aventura, 2008, 128 minutos.
Se o Homem de Ferro (Iron Man, 2008) fosse uma bomba sem tamanho, eu e o Henrique já tínhamos a piada - e a chamada jornalística - perfeita. Seria algo tipo: Robert Downey Jr tem recaída e volta para o mundo das drogas. Só que acontece que o filme é bom! Nada espetacular, mas bom. Divertido. Com boas sacadas. Com roteiro bacana, com bons efeitos e tudo mais, o que inviabilizou a piadinha. Aliás, nunca tinha visto isso: torcer pra que um filme fosse ruim.
O 'lado negro' do homem de ferro se apresentando
Bom, antes de mais nada, devo dizer o seguinte: nunca li nenhum gibi do Homem de Ferro. Tinha visto ele em algum jogo de videogame do finado Mega Drive em que o Capitão América também aparecia. Então, por conta dessa total falta de conhecimento de causa, essa pequena resenha não vai ser ancorada naqueles comentários nerds tipo dãããã, a armadura dele era bem mais cool na revistinha de 1967. Não tenho bagagem pra isso. Aliás, graças a Deus que não tenho bagagem pra isso. No filme, Robert Downey Jr. é Tony Stark, o bilionário homem por trás de uma poderosa indústria de armamentos. Lá pelas tantas, ele acaba seqüestrado por um bando de terroristas da pá virada que obrigam ele a construir uma arma de destruição em massa. Só que ao invés disso ele constrói uma puta armadura de ferro que acaba servindo para fugir do cativeiro. E aí o tempo fecha, claro! A galera sai no encalço dele, enquanto ele vira o herói que da o nome a história. Como na grande maioria dos filmes da Marvel, os efeitos são bacanas, a história é recheada de piadinhas legais e o elenco é jóia. E nesse aqui ainda tem um diferecial: a trama que apresenta toda a história de vida de Tony, antes da transformação e durante seu aprendizado, fazem lembrar - guardadas as devidas proporções, claro - o último Batman. É como eu disse antes, você não vai assistir ao melhor filme de todos os tempos, mas vai se divertir. Quer melhor?
Nota: 7
filmado por Tiago às 5:11 PM |
Segunda-feira, Maio 05, 2008
Resenha - Cinema
Jumper (Jumper)
De Doug Liman. Com Hayden Christensen, Samuel L. Jackson e Diane Lane. Aventura, 2008, 88 minutos.
Se já não bastasse a tortura provocada pela sessão do tenebroso Jumper (Jumper, 2008), a companhia do refestelado amigo Ranzi, tornou a experiência ainda mais apavorante. Empolgado desde outubro de 1972 com a idéia de ver a obra de Doug Liman - cujo último filme Sr e Sra. Smith parecia credenciá-lo ainda mais ao fracasso - Ranzi chegou, sentou ao lado, cantou, mexeu os braços, falou um pouco e depois se comportou. Talvez incrédulo com o que via. O filme que ele tanto esperava era uma bomba sem tamanho. Só faltou uma câmera fotográfica pra tirar uma foto da cara embasbacada dele.
Relacionamento difícil com o pai: novidade *boceja*
Não é difícil explicar o que é tão ruim na película. Pra começar, não dá pra negar que a idéia dos saltadores - pessoas com o dom de se transportar através do espaço - é até bacaninha e tinha tudo pra resultar num filme bom. Mas o início já é medonho. Hayden Christensen é David Hide, jovem que descobre ter a capacidade de saltar. O problema é como ele descobre: sem nenhum lógica e nenhum respeito aos acontecimentos de sua vida, ele se transporta para a biblioteca da escola, no momento em que está morrendo afogado, aos 12 anos de idade. 12 anos! E antes? Antes nada.. não foi necessário. Contando a história de forma retilínea e pouco interessante, sem se utilizar de nenhum dos tantos recursos cinematográficos existentes hoje em dia, Liman consegue transformar um filme frenético, em sonolento. Sério, algumas vezes dormi. Mas piora quando aparecem os paladinos, seres capitaneados por Samuel L. Jackson, que tem por objetivo, caçar os jumpers. E aí sim, quando a mistureba envereda para a religião, com aquele velho discurso do só Deus pode estar em todo lugar ao mesmo tempo é que a experiência se torna lastimável. Não dá pra negar que os cenários - com locações originais - e muitas tomadas de câmera são fantásticos e irretocáveis. Mas ainda assim, com o perdão do trocadilho, eu podia ter pulado essa.
Nota: 2,5
filmado por Tiago às 11:40 AM |
Sexta-feira, Maio 02, 2008
Trailer
The Happening
Não adianta, sou fã do Shyamalan! Até em momentos medíocres como Sinais. E o filme dele sai em 13 de junho, que, claro, é uma sexta-feira 13. Até lá, expectativa e o trailer pra ir preparando o terreno.
filmado por Tiago às 4:37 PM |
Cenas Mais Engraçadas da História - Segunda Parte
Cavaleiros do Rei Arthur Encontram o Coelho Assassino
São tantos os momentos engraçados de Monty Phyton e o Cálice Sagrado que fica até difícil escolher apenas um deles para o quadro. Poderíamos falar do Cavaleiro Negro, ou até dos Cavaleiros que dizem Ni. Mas na minha opinião, nenhuma cena supera, em termos de graça, o encontro com a cruel fera de Caernenbaum. Durante o trajeto em busca do cálice sagrado, o Rei Arthur e seus companheiros devem passar por um perigoso trajeto. Quando eles se deparam com a tal fera o bicho acaba pegando - com o perdão do trocadilho.
De se mijar de rir é o mínimo!
Se você não viu nenhum dos filmes do Monty Phyton talvez seja difícil entender o contexto e até o estilo de humor refinado que permeava a obra dos ingleses. E se você já viu, já sabe do que estou falando!
filmado por Tiago às 3:48 PM |
Rapidinhas do WAT
Um filme que coloca frente a frente o Russel Crowe e o Christian Bale só pode ser bom. Mas não esperava tanto de Os Indomáveis (3:10 to Yuma, 2007). Na trama, que faz lembrar os clássicos de John Ford e até obras como Os Brutos Também Amam, Bale é um rancheiro endividado até o pescoço, que, para se livrar da falência completa, aceita um trabalho não muito agradável: auxiliar uma escolta a conduzir o perigoso Ben Wade (Crowe), até o trem que o levará para a prisão de Yuma. A tarefa que já não era muito simples, se complica ainda mais quando o temível bando de Wade inicia uma caçada ao comboio. Interpretações emocionantes, fotografia amarelada e intensa e um roteiro soberbo, fazem deste um dos melhores filmes que vi no ano. Deixe o preconceito de lado: faroeste ainda é muito bom!
Pra quem gosta de: tiroteio, tarefas complicadas e o bom e velho banjo.
Nota: 9,5
filmado por Tiago às 10:36 AM |
A Vida Imita a Arte
Diante dos eventos recentes, Ronaldo o Gordo foi convidado a participar da continuação de Traídos Pelo Desejo, de Neil Jordan..
Pra quem não se lembra, o filme de Neil Jordan trata da amizade estabelecida entre um guerrilheiro do IRA (Stephen Rea), com um soldado inglês (Forest Whitaker). Diante da morte iminente, o soldado pede ao guerilheiro que comunique a sua mulher o acontecido, levando a ela uma mensagem de conforto. Só que o guerrilheiro acaba se apaixonando pela mulher, até a noite em que ele tem uma pequena - digamos assim - surpresa..
Espera-se uma atuação natural do fenômeno dizem as publicações, a respeito do assunto. A obra, prevista para 2009, deverá se chamar Eu, Gandula (piadinha inspirada em charge do Jornal Zero-Hora).
filmado por Tiago às 9:50 AM |
Quarta-feira, Abril 30, 2008
Pílulas POP
Ok, o Internacional perdeu domingo, com gol no último minuto, com direito a entregada do nosso capitão. Mas o que foi a gremistada anteontem? Minha caixa de e-mails lotada de corneta! Fiquei impressionado com a alegria, e, principalmente com a confiança dos azuis de que o meu colorado não vai conseguir reverter o 1 a 0, construído pelo Juventude lá em Caxias. Vem cá putada, cês não aprenderam a lição não? Depois de quarta-feira passada, naquele jogo magistral, inacreditável, exemplar do Inter, onde humilhou o Paraná com um histórico 5 a 1, nada é impossível! Muito menos ganhar com dois gols de diferença da papada.
Falando em últimas notícias, cês viram que finalmente encontraram o padre dos balões? Parece que ele aiu no Olímpico. Estava preso lá a 3 dias e ninguém aparecia pra socorrê-lo.
Triste não ter internet em casa. Novos álbuns do Ash, Madonna, Pato Fu, REM, e principalmente, Supergrass e naaaaaaada de pirataria barata downloads legalíssimos. Tô recrutando escritores para resenhar os novos discos que estão na praça. Tipo, aqui não é nenhum Sedentário e Hiperativo, mas dá pra curtir de crítico metido a besta.
Vários filmezinhos vistos no fim de semana. Alvin e os Esquilos é desenho besta, com enredo besta e que consegue misturar humanos com bichinhos, de maneira.. besta, claro. Piaf – Um Hino de Amor, causa maior comoção mais pela incrível interpretação de Marion Cottilard do que pelo filme em si. Ainda assim o enredo longo e meio enrolado, não chega a comprometer. Já A Vida dos Outros é aquele filme alemão que ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro ano passado. Se fosse dar nota pra ele, seria um 9. Com louvor.
Vocês já viram aquele CQC, que passa nas segundas a noite, na Band? É um interessante programa que mistura Panico na TV, com causas sociais. Sacumé, quem não tem Pushing Dasies...
filmado por Tiago às 12:07 PM |
Quinta-feira, Abril 24, 2008
41 Horas de Tortura
São muitos os acontecimentos bizarros que andam rolando no Brasil e no mundo. Padre que sai voando com bexiguinhas e se perde no meio do mar, terremoto na grande São Paulo e em estados adjacentes, com níveis consideráveis de intensidade. Ameaça de assassinato ao Chuck Norris, nos Estados Unidos. Condenação de um homem, por ficar encarando uma mulher no metrô, na Itália.. enfim. Todo dia tem coisa estranha, absurda e escabrosa. Mas com certeza nenhuma superou aquela história do homem que ficou preso durante 41 horas num elevador em Nova Iorque.
O problema maior nem foi a fome, a sede, a claustrofobia, o cansaço, que fez com que ele ficasse em posição fetal em alguns momentos e a angústia de não saber se seria realmente resgatado. Segundo os bombeiros que socorreram o homem, o maior problema foi ter que agüentar 41 horas seguidas com todos os álbuns do Kenny G rodando.
É tortura demais, é tortura demaaaaaaais!! Eu me rendooooooo!! Parece que estas foram as primeiras palavras de Nicholas White ao ser libertado. Trágico é o mínimo.
Mais uma pra você.. do elevador
A sorte é que por aqui não é muito usual a música de elevador. Já pensou?
filmado por Tiago às 11:26 AM |
Terça-feira, Abril 22, 2008
Fotos da Galera
E não é que aquele filho da puta daquele Ranzi colocou mais uma foto minha naquele sitefilho da puta dele? E o pior é que o filho da puta sempre coloca um link pro meu blog, o que resulta em meia-dúzia de leitores perdidos por aqui. Convenhamos, alguém aqui na região quer ler sobre cinema ou entretenimento num blogue err... filho da puta?
Foto da galera: Ranzi (o de óculos), curte a festa
O Ranzi só não é mais filho da puta porque ele me deve um Carmelito*. E se eu ficar falando muito que ele é um filho da puta é capaz de ele não me pagar!
*Carmelito: o equivalente ao Mc' Donalds de Lajeado, só que com muito mais maconha maionese, sujeira, grosseria e sabor!
filmado por Tiago às 6:47 PM |
Resenha - Cinema
O Orfanato (El Orfanato)
De Juan Antonio Bayona. Com Belén Rueda, Fernando Cayo e Geraldine Chaplin. Suspense, 2007, 100 minutos.
Em O Orfanato, Belén Rueda é Laura, uma misteriosa mulher que retorna ao orfanato onde cresceu, acompanhada do marido Carlos (Fernando Cayo) e do filho, com a intenção de reabrí-lo. Acontece que, depois de alguns dias no local, o filho estabelece conexão com uma série de amigos invisíveis. O que no começo parece brincadeira de criança, logo toma proporções maiores, quando estranhos eventos começam a ocorrer na casa.
Impressão minha ou orfanato é tudo igual?
Ok, você dirá, já vi esse filme antes e devo dizer que certamente já viu! Mas viu com toda a pompa e com toda a habitual previsibilidade que permeia a grande maioria do cinema americano. O Orfanato nem de longe é o melhor suspense de todos os tempos, mas devido as suas influências marcantes e a sua personalidade única, merecem a atenção. Não sou muito de me cagar ter medo vendo esse tipo de produto, mas devo dizer que em determinados momentos da projeção executei verdadeiros saltos ornamentais na cadeira do cinema! E isso que em nenhum momento temos de maneira escancarada no vídeo o que está acontecendo - méritos do diretor Juan Antonio Bayona. A obra se vale da sutileza, do detalhismo e até da dúvida, presente quase em tempo integral no honesto desespero da mãe que busca saber o que de fato está acontecendo com o filho. É impossível não penetrar junto com Laura num mundo que ela não imaginava conhecer e que vai aos poucos, em pequenas doses, se descortinando na tela. Não foi a toa que a película foi a selecionada da Espanha na corrida pelo Oscar de filme estrangeiro desse ano. Fora tudo isso, merece destaque a participação especial de Edgar Vivar, o eterno Senhor Barriga da turma do Chaves, como o médiun canastrão Balaban. Sim, entreguei uma das surpresas mais bacanas do filme. Mas em nenhum momento falei que ele tá com 400 quilos, o que faz com que ele mal consiga andar.
Nota: 7,5
filmado por Tiago às 5:47 PM |
Inédito: Academia Apresenta Indicado a Melhor Ator com 10 Meses de Antecedência
Em uma decisão inédita na história dos 80 anos de premiações do Oscar, a academia anunciou com 10 meses de antecedência um dos nominados a melhor ator. O fato aconteceu quando da interpretação magistral de Fernando Nardoni no filme Fantastic: your electronical semanal magazine, ainda sem tradução para o português, exibido no domingo à noite, em horário nobre. Fala-se em Anna carolina Jatobá como uma possível coadjuvante, até porque parece que eles funcionam bem mesmo, é em dupla.
Atores sofrem com paparazzi: fama repentina
Brincadeiras a parte e julgamentos precipitados também, agora a polícia - ou será a imprensa? - anda dizendo que realmente havia um terceiro envolvido no lastimável caso Isabella.
Em breve mais informações... no Terra, claro, afinal essa porra é um blogue de cinema!
filmado por Tiago às 2:56 PM |
Sexta-feira, Abril 18, 2008
Velharia Cult
Chico Anysio
Sou daquela geração que cresceu comendo chocolate Surpresa, pulando no pogobol - cuja atividade era exemplo de descoordenação - e assistindo ao Chico Anysio na TV. E nem me refiro só a Escolinha do Professor Raimundo, programa que devo confessar à vocês, adorava. Falo também do Chico Anysio Show, onde o humorista nascido no Ceará em 1931, podia exercitar toda a sua criatividade já que os personagens eram mais de 200! Na verdade tudo começou no finado Chico City, exibido pela Rede Globo entre 1973 e 1980. Não sei dizer se o troço era bom ou ruim, mas foi nessa época que surgiram alguns de seus personagens mais marcantes tipo o Pantaleão, o Nazareno e o Véio Zuza.
E o.. (coloque aqui a frase de sua preferência) ó!
Existem vários fatos marcantes sobre o velho Chico. Por exemplo: ele casou 53 vezes e teve 87 filhos nesses casamentos. Muitos desses filhos são comediantes também e a maioria deles aparecia na Escolinha, caso do Seu Boneco, aquele que ia pra galeeeera e do Ptolomeu, que era o inteligente metido a besta da turma. O casamento mais bizarro do cara foi com a ex-ministra Zélia Cardoso de Mello. Mas isso não vem ao caso. O bacana mesmo é recordar os milhares de tipos que esse cearense nascido em Maranguape era capaz de interpretar de forma única e inteligente. Pra ajudar você a lembrar, seguem 10 personagens fundamentais.
1) Nazareno. O machista que oprime a mulher feia e é fã da empregada. Dizia pra mulher dele: caaaaaa laaaaaaaa daaaaaaa.
2) Alberto Roberto. Apresentador canastrão e metido a estrela que gostava de dizer: não ga-ra-vo.
3) Bento Carneiro. Era o vampiro brasileiro. Gostava de dizer: minha vingança será malígrina.
4) Divino. Sátira aos médiuns e suas previsões furadas. Tinha como bordão divino sabe, divino diz. 5) Justo Veríssimo. Político corrupto que odiava pobres e adorava dizer eu quero que pobre se exploda.
6) Pantaleão. Um dos preferidos. Contava histórias pra lá de mentirosas e tinha seu visual inspirado em D. Pedro II. Gostava de perguntar pra sua mulher: é mentira Terta? 7) Professor Raimundo. Provavelmente o mais conhecido dos personagens. Seu bordão e o salário ó foi repetido por várias gerações.
8) Tavares. Malandro bêbado, que deu golpe do baú casando com uma ricaça feiosa, interpretada por Zezé Macedo. Além de chamar ela de biscoito, o personagem ainda dizia: sou.. mas quem não é.
9) Primo Rico. Estava sempre as voltas com o Primo Pobre, interpretado por Paulo Gracindo.
10) Coalhada. O boleiro que falava no estilo dos jogadores, sempre em terceira pessoa. O Coalhada vai fazer um bom jogo...
Essa velharia tem dois motivos especiais. O primeiro deles é que fazia tempinho que não fazia o quadro, então tava na hora de inventar alguma merda coisa. O segundo e principal é lembrar do Chico, que fez aniversário no último dia 12 de abril: 114 anos. O WAT deseja os parabéns!!!
filmado por Tiago às 11:41 AM |
Quinta-feira, Abril 17, 2008
Rapidinhas do WAT
E quem disse que desenho precisa, necessariamente, ser feito para crianças? Ah, elas não entenderam as piadas adultas do filme? Jerry Seinfeld quis fazer um produto para os fãs? Beleza! As crianças tem filas e filas das prateleiras da locadora voltadas pra elas. Desenho com sacadas bacanas é o que há e, pôxa, fazia 10 anos que o Seinfeld não dava as caras. Deixemos a birra de lado! Assisti ao Bee Movie - A História de Uma Abelha (Bee Movie, 2007) duas vezes seguidas, praticamente numa tacada e já tô louco pra ver a terceira. Além do visual belíssimo, já habitual dos filmes da Dreamworks, a história é recheada de ótimas gags e em nenhum momento a relação humano/abelha é tratada de maneira infantilóide. Destaque pras cenas de tribunal, com participações especiais. Só faltou o nazista da sopa!
Pra quem gosta de: café da manhã, vida organizada e.. se divertir. Muito!
Nota: 10
filmado por Tiago às 10:48 AM |
Pílulas POP
Atendendo a ardorosos pedidos da Nicole estou e volta com o blogue. Sério, achei que ele não ia voltar mais, mas esses dias o abri, olhei, olhei e olhei e deu uma saudade. Ainda mais que nos comentários do post anterior, apareceram figuras que a uma vida não pintavam por aqui. Sigo com a brincadeira então e vocês já sabem como funciona!
Mas que timezinho bem desgraçado de se enfrentar esse Paraná. Aliás, me felicito quando penso que o time do Bonamigo e o Juventude estão na Série B nesse ano. Ao menos são pontos que a gente vai poder tentar somar durante a competição. Mas sem muito desânimo. Nesse meio tempo em que fiquei sem escrever, os azuizinhos estabeleceram um novo recorde, já adicionado ao Guiness Book: o de time com a maior quantidade de eliminações, em menos tempo. 76 horas foram suficientes para sair de maneira lastimável do gauchão e da Copa do Brasil. No Big Brother é uma eliminação por semana. Já se fala em Bial para professor no Olímpico.
Mesmo sem postar, arrisquei alguns filmes nesse tempo em que estive ausente. No cinema vi o 10.000 a.C que é uma bomba sem tamanho. Já o Elizabeth – A Era e Ouro é pura pompa e... chatice, claro. Se eu quero ver a Cate Blanchett realizando boas interpretações vejo Notas Sobre um Escândalo. Ao menos não corro o risco de dormir. Em DVD assisti aos ótimos O Passado de Hector Babenco, Não Por Acaso estréia em longas de Phillipe Barcinsky e o Hairspray - Em Busca da Fama, aquele musical em que o John Travolta faz uma mulher rotunda. Fui cativado por todos eles de alguma forma
Falando em cinema, vocês sabem que nunca fui muito com a cara do Matrix. Acontece que o novo filme dos irmãos Wachovski já tá pintando na área. É o Speed Racer. Veja o trailer.
Essa eu quase não acreditei quando vi: o B-52's uma das bandas mais bacanudas dos anos 80 está com álbum novo na praça e o melhor.. parece que é bom! Ainda não tive a oportunidade de ouvir o Funplex, mas se a musicalidade estiver de acordo com o cabelo da Kate Pierson não precisamos nem nos estressar. Outras bandas legais também estão com novos discos no mercado: Raconteurs, REM, Portishead e Supergrass. E dáááá-le download!
E pra finalizar, deixo o endereço do meu outro blog, não tão escrachado, mas feito com muita dedicação. Ele é do trabalho e voltado pra galera do Ensino Médio, com informações e fotos da moçadinha. Acessa lá! É o Univates Na Estrada.
Até a próxima!
filmado por Tiago às 10:15 AM |
Terça-feira, Março 11, 2008
Só pra Constar
Galera, ando com paciência zero e tempo idem para os filmes. Sério, não vi mais de duas películas na última semana e ando sem vontade nenhuma de assistir aqueles filmes que exigem um pouco mais de raciocínio. Peguei o SuperBad – É Hoje no último finde e, porras, adorei. Muito divertido, com situações hilárias e diálogos engraçadíssimos.
Em compensação retirei também O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford e, mesmo sabendo que é um puta filme, com 32 minutos de fita caí num sono profundo. Claro que depois acordei e encarei a obra até o final, mas quase me perdi em meio a tantos personagens e em meio a tanta densidade da história. Culpa toda minha, claro, já que ando com a cabeça lá na casa do caceta e ando não conseguindo me concentrar em porra nenhuma. É que nem quando lemos um livro e percebemos que, após ler uma página inteira, não compreendemos merda alguma!
Claro que logo a situação volta ao normal. É início do semestre, volta ao trabalho e ainda por cima sem internet em casa e com websense no trabalho. Como se inspirar?
De Matt Reeves. Com Michael Stahl-David, T. J. Miller e Jessica Lucas. Ação, 2008, 85 minutos.
Quando o A Bruxa de Blair foi lançado, em 1999, seus produtores tiveram a genial sacada de utilizar a internet – ferramenta que começava a se expandir – para a divulgação. Resultado: aquele vídeo tosco, com três estudantes que se perdiam no meio de uma floresta no estado do Maryland e acabavam atacados por uma bruxa que nunca aparecia, acabou virando fenômeno instantâneo. Tanto é, que até hoje, muita gente acredita que aquilo foi real. Foi né?
A procura de abrigo. Moletom também serve. *turrumpsh*
Agora, quase 10 anos depois, o produtor J.J. Abrams (da cultuada série que eu nunca vi e não vou verLost), ataca novamente, utilizando mais ou menos o mesmo princípio. Tudo começou a um meio ano atrás, com a divulgação de um trailer, que mostrava um grupo de adolescentes que, em meio a uma festa, acabava sofrendo um terrível ataque. Utilizando o mesmo esquema da câmera na mão, Abrams provocou a curiosidade de cinéfilos, blogueiros e nerds, que trataram aos poucos de tentar montar o quebra-cabeças por trás da brincadeira. Agora que Cloverfield foi lançado, percebemos mais do que nunca que, com o acesso facilitado a informação, fica difícil manter segredo por muito tempo a respeito de um projeto. Lá pelas tantas todo mundo já sabia que se tratava de um filme de monstrengo – uma espécie de Godzilla que prefere Nova Iorque do que Tóquio – que, irritadinho, resolve destruir tudo. Pra deixar claro, a obra é bacana. Tem tensão e ação do início ao fim e, com essa cara quase documental, institui um novo estilo dentro dos filmes do gênero. Aquele que faz com que o espectador se sinta exatamente como o personagem, sem dar importância pra contextualização. O que vimos é meia-dúzia de amigos fugindo sem saber bem do quê, sem saber se o exército vai chegar, se a cavalaria vai aparecer, ou se o presidente vai se pronunciar. Esse caráter minimalista faz com que nos aproximemos da trama e passemos a perceber exatamente o que sentiríamos se algo do tipo acontecesse realmente no nosso planetinha.
Nota: 7,5
filmado por Tiago às 12:08 PM |
Quarta-feira, Março 05, 2008
Rapidinhas do WAT
Um filme que tem o Clive Owen e o Paul Giamatti como antagonistas, não pode ser ruim. Ainda mais se esse filme for uma comédia de ação que tira o tempo pra avacalhar diversos aspectos do gênero, numa mistura que lembra um tanto o Quentin Tarantino na boa fase. Clive é uma espécie de justiceiro que flagra uma cambada que persegue uma noiva (Kill Bill?), com o intuito de matá-la. Aí então ele compra a briga e, caralho, tome bala! Diga-se de passagem – e a Revista SET já falou sobre isso esses tempos – poucas vezes um título em português foi tão adequado. As soluções encontradas pelo protagonista em cada situação, os diálogos – e até pensamentos – incrivelmente hilários, os hábitos esquisitos de cada personagem, mais a Mônica Belucci toda linda, fazem de Mandando Bala (Shoot'em Up, 2007), diversão do início ao fim.
Pra quem gosta de: Quentin Tarantino, rock'n roll, tiroteio e cenouras.
Nota: 8
filmado por Tiago às 12:10 PM |
Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008
Resenha - Cinema
Eu Sou a Lenda (I am Legend)
De Francis Lawrence. Com Will Smith e Alice Braga. Ficção/Drama, 2007, 101 minutos.
Se tem uma palavra que combina com o Eu Sou a Lenda é simpatia. Simpatia pelo Will Smith, que porras, pelo bem ou pelo mal é um cara gente fina pra caramba, além de estar se saindo um puta ator dramático. Simpatia pela situação que ele vive, de total isolamento, numa Nova York varrida por uma terrível praga. Simpatia pela cachorra, pela circunstância toda e até pela música. Odeio reggae, mas saí da sessão cantarolando don't worry about a thing.. cause every little thing, is gonna be alright.
Cara de poucos amigos? Na real no filme, são poucos mesmo
O filme começa com uma especialista dizendo. num programa de TV, que a cura do câncer foi finalmente alcançada. Mais tarde, perceberemos que esta vitória, trás conseqüências muito mais graves do que imaginamos. Will Smith é Robert Neville, um homem que acredita ser o último sobrevivente de uma catástrofe biológica. Diariamente, ele tenta encontrar de toda maneira a cura para uma terrível doença que afeta quase toda a humanidade. Esbanjando profissionalismo, Smith passa quase o filme inteiro sozinho, lembrando um tanto o personagem de Tom Hanks no filme Náufrago. Só que aqui sai a bola de vôlei Wilson e entra em seu lugar a simpática Samanta, a pastora-alemã que passa os dias ao lado de Neville. Lá pelas tantas, Smith encontrará mais uma sobrevivente – não reclamem de tanto spoiler, afinal, vocês já devem ter lido isso em centenas de sites e publicações, se é que ainda não viram o filme – e é a partir daí que a luta de ambos, ganha força e uma dose extra de motivação. Só não entendi qual o problema da personagem da Alice Braga. Até no Congo Holandês eles sabem quem é Bob Marley. Isso, claro, não desmerece a obra. Boa ficção, contada inúmeras vezes em flashback, o que serve pra contextualizar a história e com um punhado de efeitos especiais bacanas. Inclusive uma ponte que explode é o efeito especial mais caro da história. Uma bobagem que só na cabeça dos produtores serviria para vender o filme, já que a tal cena é broxante.
Nota: 7
PS: não ia fazer resenha do filme, mas atendendo ao pedido do grande Guga, aí está!
filmado por Tiago às 12:00 PM |
Quinta-feira, Fevereiro 28, 2008
Parece Crônica
Pequenas Recordações no Dia do Aniversário
Amanhã meu bloguxo faz 4 anos. Sim, acreditem, ele foi criado no dia 29 de fevereiro de 2004. Na época da criação, quem dividia os trabalhos comigo era o grande amigo Bocão. Lá pelas tantas ele abandonou o barco e fiquei eu, brincando de escrever para meia-dúzia de amigos.
Acontece que, em um certo dia, esse pequeno espaço foi indicado na página do Blogger, numa época em que o Bloggerman era vivo, o Kléber Bãm-Bãm chorava por um boneco no primeiro BBB e o Grêmio - pra diversão geral dos colorados - era rebaixado, MAIS UMA VEZ. Quando começaram a acontecer esses negócios de indicação na página da Globo, esse blogue deu um salto: de seis visitantes diários, passei pra 400 em um dia. Sim, acredite. Claro que logo percebi que desses 400 leitores, apenas um ou dois estavam realmente interessados no conteúdo do blogue. Os outros queriam mesmo era fazer propaganda barata de seus sites mais baratos ainda, convenhamos.
Fiz lindos amigos que nunca conheci pessoalmente por causa do Without a Trace. Destacaria o pessoal da blogagi - que nem sei se existe ainda - por primeiro. O Théo, que fez esse layout, que continua pra mim, sendo o mais lindão de todos (o layout, claro). O Ericão, que sempre aturava meus spams extremamente filhas da puta na madrugada. A Lilhá, o Julião, a Gabi, a Alê, enfim.. é incrível ter saudade de uma galera q tu nunca viu, a não ser pelo monitor do computador.
Depois daquele tempo, a quantidade de visitantes diminuiu, lentamente. Só não diminuiu a minha vontade absurda de continuar escrevendo bobagens pra vocês, afinal de contas, a cada dia que passa, descubro um punhado de leitores que significa muito pra mim. Porras, um simples elogio por um texto, vindo de um colega de aula, de um amigo de antigamente, ou mesmo do cara que faz fotografias na cidade e que é um puta marqueteiro, mas não deixa nunca de te incentivar, já faz com que tu ganhe o dia, a semana ou até o mês.
Henrique, Tôko (primo), Nicole, Rafinha, Ranzi, Sandrine, Tainá e Juci (duas que descobri recentemente que me lêem), Juliano, Léo, Deborah, Júlia e Bruno. Achava que tinha só seis leitores e tenho treze. Vocês estão mais que convidados pra festa de 4 anos desse espaço. Vocês e todos que participaram de alguma forma até aqui desse blogue. Perdão se esse texto saiu de qualquer jeito, mas escrevi ele numa tacada. Aliás, é por vocês que escrevo.
Até amanhã.
filmado por Tiago às 5:51 PM |
without a trace, desde 2004 sendo líder de bilheterias.
direção
Este é um blog sobre cinema e entretenimento. E este que vos fala, que responde por Tiago Bald, apesar de ser um farsante que não entende porra nenhuma sobre o assunto citado, ainda se arrisca a escrever resenhas e afins. Funciona assim: vocês finjem que acham legal e eu continuo escrevendo, certo?