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Um blog sobre a sétima arte. Terça-feira, Dezembro 21, 2004 Resenha - DVD The Cooler - Quebrando a Banca (The Cooler) Existem filmes que são verdadeiros achados em meio ao marasmo em que se encontra o mundo de Hollywood nos últimos tempos. Não que o cinema de lá tenha perdido fôlego e que seus blockbusters não gerem mais a mesma expectativa de antes, mas é justamente a exigência do público para este tipo específico de filme (só pra deixar claro), que parece estar tornando difícil recepções mais positivas.
Por exemplo: quem assistiria a um filme em que a ação se passa em um cassino, depois do charmosíssimo "Onze Homens e um Segredo"? E esse é só um dos poréns. Os espectadores tem um afã por novidades. Anseiam pelo inédito. Se vêem um filme sobre mortos, lembram de "O Sexto Sentido", se assistem uma comédia escrachada, abominam o escatológico e o óbvio capitaneado pelos clichês. No ótimo The Cooler sim, a ação se passa num cassino (como já foi dito). Sim, o charme continua lá. Sim, o bom elenco também merece destaque. E claro, o mote, como não poderia deixar de ser acaba sendo o grande atrativo: Bernie Lootz (William H. Macy, só pra variar roubando a cena) é funcionário de um cassino. Sua função, por incrível que pareça é ser "azarento" dos jogos alheios, evitando assim, que os clientes do mesmo ganhem grandes quantias. Para tanto, basta ele se aproximar de uma mesa ganhadora para literalmente "agourar". Logo o azar já estará estabelecido. Com uma vida totalmente loser, sua vontade é deixar o cassino em uma semana. Só que em meio a isso, ele conhece Natalie (Maria Bello), uma bela garçonete. E sua sorte começa a mudar, quando ambos se apaixonam. Feliz, Bernie não consegue mais trazer azar aos jogadores, o que irrita Shelly (Alec Baldwin, que recebeu uma indicação ao Oscar nesse ano como ator coadjuvante pelo filme), dono do cassino. E é aí que surge o grande problema, que resulta em cenas fortes de uma realidade nua e crua que existe por trás da jogatina e que envolve ganância e cobiça. Apesar disso, o filme desfila por vários estilos, indo desde a comédia até o drama. E acreditem: o pique não cai em nenhum momento. Nota: 8 Sexta-feira, Dezembro 17, 2004 Comunicação Visual Fim de ano chegando. Fase de poucas atualizações. A maioria dos blogues amigos, já está assim a algum tempo. Pra encher lingüiça, vai aqui mais uma foto que representa música. Essa aqui é do Duran Duran. Alguém aí, viveu com efusividade os 80??
Quinta-feira, Dezembro 16, 2004 Miscelânea de Filmes Esse é um quadro novo pra citar alguns filmes que foram vistos, mas não sofreram avaliação aqui no without, por diversos motivos. Como esse ano foi de muita "aplicação" em termos de sétima arte, vale lembrar alguns filmes bons (e outros nem tanto), até para que sirvam de dicas pra quem (ainda) passa por aqui. Os Incríveis: O mais novo desenho da pixar tem dado o que falar. E digo uma coisa pra vocês: se vocês não viram ainda, esperem a chegada em DVD, com a versão legendada. Assistir a um desenho tão bacana, com aquela dublagem grotesca do shopping, foi um verdadeiro crime. Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças: Belíssima película do diretor Michel Gondry. Ele que é famoso por ótimos clipes da Björk e do Foo Fighters (entre outros), despeja para o telespectador uma verdadeira viagem quase surrealista, onde Jim Carrey brilha (com o perdão do trocadilho) mais uma vez. Alguém Tem que Ceder: Uma comédia romântica madura (em todos os sentidos) como essa, não poderia deixar de ser citada por aqui. Com um belíssimo elenco, capitaneado por Jack Nicholson, o filme rende risadas na hora certa e choro (sim, choro) na hora certa também. Experimentem. Vale a pena.
Incrível como som do shopping é ruim Aguardem mais, aqui na miscelânea. Segunda-feira, Dezembro 13, 2004 Resenha - DVD Duplex (Duplex) Um jovem casal procura um apartamento maior para morar. Quando encontram um duplex, este é habitado no andar de cima, por uma simpática velhinha, que aos poucos, vai se transformando no diabo em pessoa. Se você nunca viu um mote parecido com esse, alugue Duplex, sem pensar duas vezes. Agora, se você já tem um outro nível de exigência, daí pode complicar..
Não sei se foi porque eu vi o bom "Matadores de Velhinha" dos irmãos Coen recentemente (e que no mínimo tinha mais charme), mas não consegui me empolgar muito com o filme dirigido por Danny Devitto. Aliás, Devitto é um dos bandidos paspalhões de "Esqueceram de Mim", lembram? Por vezes em "Duplex", ele parece querer imitar o seu próprio personagem, colocando os protagonistas Alex (Ben Stiller) e Nancy (Drew Barrymore) em roubadas similares a da película protagonizada por Macaulay Culkin. E não é só isso: piadas escatológicas acabam fatalmente sendo forçadas e já de início perdem sua graça. E no filme, tem uma parte em que Nancy simplesmente vomita na cara de Alex. Pra quem não é fã de "Jack Ass", pode ser de revirar o estômago. Pra não crucificar totalmente, daria pra se dizer que esta é mais uma comédia descompromissada, com o intuito de divertir e aquela baboseira toda. Mas isso não basta. A única cena salvadora é aquela em que a velhinha (interpretada com perfeição por Eileen Essel) está na banheira tomando um banho, ao som de "True" da banda "Spandau Ballet", enquanto Alex a espia. Mas são somente breves sorrisos. Pra quem quiser fechar o ano rindo bastante, agurde a chegada de "O Âncora". Nota: 4 Túnel do Tempo Blogueiro Acreditem se quiser, mas a exatamente um ano aparecia aqui no blog o finado quadro "Where´s Delavechia". A maluca idéia, surgiu ainda no (também finado?) mesa4 e contava com a ajuda do Bocão para concretização do mesmo. Ao melhor estilo "onde está Wally?", nosso amigo "estúpido" apareceu perdido em diversos países e lugares espalhados pelo mundo e divertiu os leitores, que podiam interagir na procura. Na época, o post rendeu recordistas 67 comentários. Além de boas risadas com as discussões, vale aqui uma revelação marcante: foi nesse quadro que a nossa grande amiga Remédios, deu pela primeira vez o ar da graça. Como recordar é viver, dêem uma olhada em como foi a primeira imagem. Era fácil. Só que com o passar das semanas e com a criação do without, ele foi se tornando mais difícil. Com a saturação (e com o excesso de trabalhos paralelos do Bocão), o quadro fatalmente acabou saindo do ar..
Quarta-feira, Dezembro 08, 2004 Música na Cabeça É impossível ficar indiferente ao show da banda "Cidadão Quem", que tocou na Lupus no fim de semana. A apresentação foi muito bacana, com direito a uma cover tri estáile da música "The Fool on the Hill" dos Beatles (segundo a Camila, eles sempre tocam, mas eu não lembrava). E claro, aquela pilha de hits a que todo o mundo já está acostumado tipo "Um dia", "Os Segundos", "Carona" e claro, como não podia deixar de ser "Dia Especial". Aliás, desde sábado, que esta música tem um significado muito especial pra mim. Veja a bela letra: Se alguém Já lhe deu a mão E não pediu mais nada em troca Pense bem, pois é um dia especial Eu sei não é sempre Que a gente encontra alguém Que faça bem E nos leva desse temporal O amor é maior que tudo Do que todos até a dor Se vai Quando o olhar é natural Sonhei que as pessoas eram boas Em um mundo de amor Acordei nesse mundo marginal Mas te vejo e sinto O brilho desse olhar Que me acalma Me traz força pra encarar tudo O amor é maior que tudo Do que todos, até a dor Se vai quando o olhar é natural Sonhei que as pessoas eram boas Em um mundo de amor Terça-feira, Dezembro 07, 2004 Você Sabia?? Que a clássica frase "hay que endurecer pero sin perder la ternura jamás" pode nunca ter sido dita por Ernesto Che Guevara?
Quem garante é o escritor Tirso W. Saenz, escritor do livro "O Ministro Che Guevara" que acaba de ser lançado em Brasília recentemente. Tirso foi vice-ministro de Che, quando ele ocupou em Cuba a pasta de economia e negócios. Amigo e até mesmo confidente de Che, Tirso revela de forma bombástica que não sabe de quem é de fato a frase. Mas ele garante: da boca de Che, nunca se ouviu isso. Top 5 Melhores Filmes na Categoria Suspense/Drama Vocês não fazem idéia de como é difícil de fazer um post como esse. Não bastasse a dificuldade em escolher quais foram de fato os melhores filmes da categoria que eu assisti no ano, eu tenho que lembrar primeiramente quais foram eles. Pra isso, eu mesmo visito os arquivos do without, a cata das minhas antigas resenhas, que me darão a luz que necessito para fazer minha listinha. O problema é que nem todos os filmes assitidos ganham resenha. E posso deixar de fora muita coisa bacana que vi. O único detalhe é que, apesar de eu adorar listar "tudo" relacionado a cinema, a audiência desses quadros é terrível (leia-se, quantidade de comments). Mas ainda assim, lá vai. Já fiz recentemente a relação de melhores na categoria comédia/musical/aventura. A lista, vale esclarecer, não é dos melhores do ano, e sim, dos melhores que vi no ano (na real nem eu sei porque faço tanta burocracia). 1) Dançando no Escuro: Não tinha como ser diferente. Enquanto assistia a Björk brilhar como a protagonista Selma, os olhos despejavam verdadeiros rios de lágrimas em um dos melhores dramas que vi em todos os tempos. Sei, sei, a película de Lars Von Trier (do mesmo diretor do também excelente "Dogville") é de 2000. Mas só esse ano, pude vê-lo. 2) Swimming Pool - A Beira da Piscina: Quem me conhece já sabe. Falei, falei e falei desse filme. E volto a falar. Adoro suspenses instigantes, que fazem o espectador pensar, sem dar tudo mastigado. A "ficha" só caiu no dia seguinte. Em uma belíssima mesa redonda com meu pai e minha mãe. Vale destacar a versatilidade do diretor François Ozon, que fez também o excelente "8 Mulheres". 3) Monster - Desejo Assassino: Se por um acaso você não estiver lá de muito ânimo com a vida. Tiver talvez perdido o emprego, ou brigado com a(o) namorada(o), evite assistir esse filme. Agressivo até o último fio de cabelo, mostra a trajetória da primeira serial killer americana, interpretada brilhantemente pela transformadíssima Charlize Theron. Super realista, pode provocar suicídios em mentes mais fracas. 4) 21 Gramas: Eu poderia tentar me explicar por horas pra justificar o motivo desse filme estar aqui, sendo que toda a crítica cinematográfica o detonou. Não importa a narrativa desconstruída a la novela mexicana que diretor construiu. Importa a lição que o filme quer passar. E importa também a atuação do trio principal chamado Sean Penn, Benício Del Toro e Naomi Watts. Quem não viu, veja com atenção. E agora. 5) A Vida de David Gale: Esse provavelmente é a grande surpresa da lista. E sei que você, que não viu o filme deve estar surpreso nesse exato momento. O título, óbvio não nos diz nada. Aliás, quase que eu deixo de vê-lo por esse banal motivo. Finalizada a película, resolvi abolir esse tipo de preconceito, logo que estive frente a uma trama super bem amarrada, capitaneada por um ator de ponta chamado Kevin Spacey.
Björk e Catherine Deneuve encantam no escuro. Antes que a crítica role, vale dizer que selecionei inicialmente algo em torno de 20 filmes (os melhores na categoria) que vi no ano, para escolher apenas 5. Conseqüência: obras bacanas como "Dogville", "Spider - Desafie sua Mente", "Sobre Meninos e Lobos", "As Invasões Bárbaras", "Adeus Lênin" e "Janela Secreta", isso só para citar alguns, tiveram que ficar de fora da minha lista. Convido vocês a me dizerem, quais são os seus melhores! Novidades na Telona Frase de "Titanic" é eleita a mais chata do cinema Se vocês pensam que as temporadas de premiações, se resumem a estatuetas e aplausos, saibam que os americanos (e o resto do mundo), adora perder tempo(?), listando as coisas mais estranhas. Listas com a de "pior química sexual", "melhor morte", ou até mesmo a pior frase de todos os tempos no cinema, divertem cinéfilos e sempre geram discussões. Veja essa matéria do site terra: Após o avassalador sucesso mundial, Titanic parece que começa a afundar na história do cinema. No começo do mês passado, Kate Winslet e Leonardo DiCaprio assumiram que estavam arrependidos de terem protagonizado o filme. Agora, uma pesquisa feita na Inglaterra diz que o filme tem a frase mais chata da história do cinema. "Eu sou o rei do mundo", frase dita pelo personagem de Leonardo DiCaprio em Titanic, bateu um diálogo do filme Dirty Dancing, Ritmo Quente, quando o ator Patrick Swayze diz: "ninguém coloca Baby para escanteio". Segundo informação da BBC Brasil, a pesquisa foi feita na Grã-Bretanha pela produtora de cinema Warburtons com duas mil pessoas que assistem filmes com freqüência. O terceiro lugar entre os piores diálogos ficou com o hit britânico Quatro Casamentos e um Funeral. Os ingleses não perdoaram a frase "Ainda está chovendo? Eu não tinha percebido", dita por Andie MacDowell. A lista dos dez piores traz falas dos filmes Um Lugar Chamado Notting Hill, Top Gun, Ases Indomáveis, O Carteiro, Independence Day e Jerry Maguire. Titanic já havia "conquistado" o posto "de pior química sexual do cinema" em uma eleição recente.
"Eu sou o rei do mundo!" Rei dos piores? É isso? Resenha - Cinema Celular - Um Grito de Socorro (Cellular) A primeira coisa que vocês devem a fazer a respeito desse filme: ignorar o título de terror "teen" que ele têm. Quando eu disse pra minha namorada que estávamos indo assistir a um filme chamado Celular - Um Grito de Socorro, ela fez uma cara que não foi das mais agradáveis. Mas na hora de escolher entre este, ou "Táxi" (aquele da Gisele Bündchen, que está em cartaz na sala ao lado) as dúvidas terminaram.
Não que eu não queira ver o "Táxi" também, já que eu sempre tenho grande curiosidade frente as bizarrices apresentadas pelo nosso cinema (vocês lembram quem foi ver "Mulher Gato"?), mas ontem não era o caso. Acabou, que a gente foi apresentado a um ótimo filme de suspense, misturado com ação. Os mais exigentes no quesito "cenas palatáveis" vão torcer o nariz logo. E o meu amigo Diogão que também estava no cinema ontem, foi um deles. Segundo ele, o personagem principal Ryan (Chris Evans), conseguia se safar muito fácil de todos os probelmas e confusões a que se metia. Ryan, que está no píer Santa Mônica, recebe por acaso uma ligação de uma desconhecida. Essa desconhecida é Jessica Martin (Kim Bassinger), que diz ter acabado de ser seqüestrada. Ryan só acredita na história, quando escuta através do telefone, as agressões físicas e morais de um dos seqüestradores a ela. O mesmo força-a a dizer onde se encontra seu filho, o que só aumenta a tensão. Aliás, apesar da trama envolvente, a película não deixa de ter pitadas de bom humor. Por exemplo, o filhe de Jessica, se chama Ricky Martin (que nem o daquele cantor brega). E sobre as partes engraçadas, ainda há a presença de William H. Macy, que consegue transformar muitas vezes filmes "meia boca", em alguma coisa bacana (vide "Seabiscuit"). A crítica tá massacrando o filme. Mas deixem eles de lado dessa vez. Podem confiar, que sei que vocês vão curtir! Nota: 8 Quinta-feira, Dezembro 02, 2004 Resenha - DVD Anti-Herói Americano (American Splendor) As histórias do dito Anti-Herói Americano, conhecido nos gibis underground Estadounidenses por "American Splendor", certamente é bem desconhecida por aqui. Mas nem por isso o cotidiano ordinário do arquivista de hospital Harvey Pekar (no filme, vivido por Paul Giamatti) se torna menos interessante, já que o roteiro de fácil localização, logo faz com que qualquer espectador esteja totalmente inserido na vida desse personagem um tanto quanto diferente.
Resumo da ópera (como diria uma professora minha): o filme é muito bom. Ele demonstra cronologicamente a vida de Harvey, até os dias atuais. No começo da película, Harvey está se separando da sua antiga esposa, que o acusa de obsessivo-compulsivo, especialmente pelos seus excessos com as coleções de gibis e de vinil. E é justamente em um sebo, que ele acaba conhecendo Robert Crumb (famoso por produções como "Fritz, the cat") e que no filme é interpretado por James Urbaniak. Da amizade surge uma parceria para produzir uma série de gibis em que a vida de Harvey é mostrada exatamente como ela é. Nascia assim, o "American Splendor". Do orgulho com a criatividade da produção, calcada apenas no realismo de sua parca vida, Harvey acaba logo se deparando com um problema pior: a dificuldade de vender suas obras. Apesar de ser alçado a categoria de pseudo-celebridade, devido as suas aparições no programa do David Lettermann (algumas das melhores partes do filme), Harvey tem que encarar a dura realidade de um artista desconhecido e de toda a sua luta por reconhecimento. Este pode até estar chegando tardiamente, mas a empatia do protagonista, que faz comentários enquanto o filme passa, nos faz crer que o car merece! Assistam também os extras, que tem informações bem bacanas. Pra quem gosta de gibis, um prato cheio. Nota: 8 Quarta-feira, Dezembro 01, 2004 Comunicação Visual Essa aqui é muito boa. E fácil também. Vejam bem: que música a imagem representa??
Resenha - Cinema Mar Aberto (Open Water) Não vou negar que eu estava muito curioso em ver o filme Mar Aberto que estreou aqui em Lajeado (com todo o atraso do mundo, já que o mesmo já está quase saindo em DVD), na última sexta-feira. Primeiro porque o filme não era muito longo. E uma das coisas que me desagrada na hora de sentar na poltrona é ver cenas arrastadas e cansativas (como no horrível "A Confissão", que vi semana passada). Segundo, pelo mote interessante e criativo.
A história se passa em algum lugar do Caribe e mostra a vida do casal Daniel (Daniel Travis) e Susan (Blanchard Ryan) que estão de férias. Boa parte de suas atividades são mostradas nos minutos iniciais. Até mesmo uma implacável caçada a mosquitos na madrugada. Ponto positivo pelo retrato fiel dos aspectos mundanos. Ponto negativo pela enrolação até chegar até onde realmente interessava. Em meio as programações das próprias férias, está um dia de mergulho. Com todos no barco (algo em torno de 20 tripulantes), as âncoras são jogadas em alto mar e todos são liberados para o divertido passeio embaixo das belas águas da América Central. O pesadelo do casal começa, quando eles por vontade própria se separam do grupo na hora do mergulho. Até aí, sem problemas. Só que na hora de partir, o capitão da embarcação não nota a ausência do casal (pois faz uma contagem incorreta do número de pessoas). Resultado: os dois ficam a deriva no meio do oceano e tem que tentar sobreviver a todas adversidades que a situação apresenta. Especialmente os tubarões. É um fime sobre a insignificância humana frente a natureza. E pode causar enjôos nos de estômago mais fraco, pelo excesso de cenas mostradas da perspectiva do casal. Nota: 6
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