withoutatrace

Um blog sobre a sétima arte.



Terça-feira, Maio 31, 2005

Comunicação Visual

O resultado do quadro anterior era Sheep go to Heaven da banda Cake. O prêmio mais uma vez, ficou acumulado. Alguém adivinha qual a música e a banda que essa estranha imagem está representando?

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postado por: Tiago 5:37 PM |


Resenha - Cinema
O Clã das Adagas Voadoras (House of Flying Daggers)


Existem duas modas atuais quando o assunto é cinema oriental. A primeira são filmes de terror, toscos, muitas vezes de caráter duvidoso (não todos, vale destacar) e que tem enchido os bolsos dos produtores de Hollywood com refilmagens grotescas que só visam lucros (vide porcarias como "O Grito" e o razoável "O Chamado", que ganhou uma desnecessária continuação).

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A segunda, são películas de temáticas mais simples, por vezes repetitivas, mas com um significado muito especial, principalmente pra nós que desconhecemos a história dos países que estão lá do outro lado do mundo. Sobre esse O Clã das Adagas Voadoras é necessário antes de mais nada abrir um parênteses. Eu ainda não vi o filme O Aviador de Martin Scorcese, que foi o grande ganhador do Oscar na categoria de fotografia desse ano e não quero cometer injustiças mas eu duvidoooooo que a da película capitaneada por Leonardo di Caprio seja mais bacana que a do filme do diretor Zhang Yimou (que também fez Herói, que eu acabei não assistindo). É estranho apoiar a resenha de algum filme apenas em aspectos técnicos, mas acontece que O Clã.. é um verdadeiro espetáculo sonoro-visual. Esqueça a manjada história dos dois soldados Leo(Andy Lau) e Jin (Takeshi Kaneshiro) que devem conter os ataques dos grupos rebeldes (entre eles o Clã) que lutam contra o governo corrupto na China do ano de 859 e que acabam nessa empreitada se apaixonando por uma de suas mais habilidosas guerreiras, a cega Mei (Zhang Ziyi). Na real a (boa) história vai ficar apenas como pano de fundo quando você assistir a batalhas maravilhosamente coreografadas. Tem uma seqüência de luta em um bambuzal que desde já está entre as melhores de todos os tempos. E não estranhe se depois disso tudo bater aquela saudade de jogar um Shinobi.

Nota: 8,5

postado por: Tiago 4:54 PM |


Mais Uma Enquete

Gostaria que vocês me ajudassem a fazer o blog. Não se trata de preguiça, ou mesmo de arrogância, como podem alguns pensar. É que como assisti recentemente a muitos filmes em casa e não dá pra escrever sobre todos, queria saber qual seria o de maior agrado de vocês para o quadro resenha de DVD.

Papai Noel as Avessas: comédia com Billy Bob Thornton.
Desventuras em Série: comédia dramática com Jim Carrey e Meryl Streep.
Alfie - O Sedutor: comédia romântica com Jude Law, Marisa Tomei e Susan Sarandon.
Falsária: comédia com Helen Hunt, Scarlett Johansson e Tom Wilkinson.
Whisky: comentadíssima película uruguaia.

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Bad Santa

O mais votado terá resenha, até o fim de semana. Obrigado a todos!

postado por: Tiago 11:09 AM |


Segunda-feira, Maio 30, 2005

Você Sabia??

Que a empresa japonesa SolidAlliance acaba de lançar no mercado um aparelho de memória USB com sensor de campo magnético que é capaz de detectar a presença tanto de pessoas como de fantasmas?

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Segundo a empresa o GhostRadar USB Memory (o nome da engenhoca) ao identificar um espectro, emite um padrão de luzes coloridas através de seu radar. O caça-fantasmas tem preço aproximado de 235 reais e conta com memory key de até 512 MB.

Quem diria que a profissão de caça-fantasmas se tornaria obsoleta (é a falência de Peter Venkman e Raymond Stantz). Hoje, você mesmo pode fazer sem sair de casa. Deve ser divertido. Imaginem as crianças brincando: "olha lá pai, achei um fantasma!". Lindo.

Fonte: Galileu

postado por: Tiago 3:33 PM |


Resenha - Cinema
A Intérprete (The Interpreter)


Falar mal de um filme cujos protagonistas são grandes figurões de Hollywood é tão lugar-comum como dizer que o novo álbum do U2 é ruim porque não lembra em nada o The Joshua Tree, ou que o último do REM seria melhor que nem tivesse sido lançado pois fica anos-luz atrás do aclamadíssimo e ultra-pop Out of Time.

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A maioria das críticas que li eram a respeito do diretor Sidney Pollack e de sua suposta dificuldade em fazer um bom thriller como fez com A Firma em 1993. O principal problema de quem escreve sobre cinema parece ser saber separar um filme do outro. Não fazer tantos comparativos. Apreciar, ou depreciar pelo significado da película em si, e não em relação a outra do passado. Tudo está em constante mudança, porque não se modificaria também o estilo de dirigir de Pollack, ou as interpretações dos ótimos atores Sean Penn e Nicole Kidman? Neste A Intérprete a personagem de Nicole Kidman é a sul-africana Sílvia Broome que tem como trabalho ser tradutora nas conferências que ocorrem entre diversos países nas dependências do prédio da ONU. Só que logo no começo, ela escuta sem querer uma conversa entre dois homens que estão planejando matar o chefe de estado do fictício país chamado Matobo. A partir disso, o agente do serviço secreto Tobin Keller (Penn) é contratado para investigar o fato e também para ficar de olho nos passos de Sílvia que não deixa também de ser uma forte suspeita. Se a película apresenta problemas, estes são o excesso de personagens (muitos até desncessários) e a trama um tanto quanto confusa. Lá pelas tantas, se você não estiver muito ligado, fica difícil saber quem é o que lá no meio. Em compensação há ótimas seqüências de suspense e ação, inclusive com filmagens internas da ONU.

Nota: 6,5

postado por: Tiago 8:04 AM |


Sábado, Maio 28, 2005

Resenha - Cinema
A Família da Noiva (Guess Who)


Um filme de suspense tem o objetivo de causar tensão, certo? Certo. Um filme de drama tem o objetivo de causar comoção, certo? Certo. Um filme de terror tem o objetivo de assustar, certo? Certo. E, lógico, um filme de comédia como é esse A Família da Noiva tem o objetivo de fazer rir, certo? Errado.

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Estava afim de assistir a uma comédia no cinema, mas ao perceber que além deste que estou falando, estava em cartaz a provável bobagem O Filho do Máscara, tremi. A história, totalmente inovadora (atenção para o diretor gênio), mostra um pai de família turrão, que investiga todos os aspectos da vida do namorado de sua filha, até aceitar recebê-lo em sua casa. Quando acontece a primeira visita do candidato a genro, Percy Jones (Bernie Mac), o tal pai em questão é surpreendido pelo fato do mesmo ser um branquelo. A partir daí, os dois passam a conviver aos trancos e barrancos até o final, onde na cena redentora, tudo se acerta, o pai aceita o casamento e todos vivem felizes para sempre. Não teria nenhum problema se a história fosse essa mesmo, mas tivesse ao mesmo tempo coberta de milhares de piadas engraçadas ou de sacadas hilárias que produzissem uma gostosa condução da trama. Mas não. Ashton Kutcher está oco como Simon Green (o tal noivo) e parece não ter nenhuma química com Bernie. Os poucos momentos de risadas se resumem a chegada do noivo na casa e a confusão que seu sogro faz, ao achar que o taxista (negro) era o namorado da filha e a uma sessão de piadas racistas (que podem para muitos, soar de exteremo mau gosto). Se ainda assim, você estiver a cata de uma boa comédia para o fim de semana, assita o seriado That's 70 Show, onde Ashton Kutcher se sai muito melhor como o egocêntrico bobão Kelso ou escolha o ainda a película Entrando Numa Fria. Pode ter certeza que você vai rir muito mais das bobajadas protagonizadas por Ben Stiller e por Robert de Niro.

Nota: 1

postado por: Tiago 12:03 PM |


Sexta-feira, Maio 27, 2005

Pérola da Semana

Muito se falou a respeito do desligamento da jornalista Ana Paula Padrão da Rede Globo nas últimas semanas. Inclusive muita gente pensava que ela tinha sido demitida e que a anos esse fato era pra acontecer. Pra acabar com o alvoroço, recentemente ela deu uma declaração que baixou a poeira, esclareceu o assunto e óbvio, causou polêmica:

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Pedi durante dois anos para sair daquele horário no Jornal da Globo e não fui atendida. Tinha de cuidar da minha vida pessoal, afinal de contas trabalho se arranja, mas marido não.

Sim, a Ana Paula Padrão também é gente (e também pede as contas)! Acho que isso foi o que mais surpreendeu seus espectadores. Ana Paula, que inclusive contava com uma grande quantidade fãs no horário, já assinou com o SBT de Sílvio Santos.

postado por: Tiago 10:45 AM |


Quarta-feira, Maio 25, 2005

Música na Cabeça

Essa negócio de volta e meia ter uma música viajando pela mente nem sempre se consiste em algo positivo. Vejam bem: no fim de semana assisti ao bom filme nacional Redentor. Aliás, onde estiver o Pedro Cardoso, pode confiar que é coisa boa. Pois bem, lá pelo meio da película aparece uma cena de boate, com música rolando (não lembro bem se é boate ou uma simples festa) e é justamente essa canção, a da boate que não sai da minha cabeça. Vocês já devem estar com seus cabelos em pé, mas é nesse exato momento que eu confirmo: a música se chama I Will Fly With You e é do DJ Gigi Agostino. Não bastasse a presença inconseqüente do grudento tuntz no meio do filme, ela volta nos créditos finais. Pergunto a vocês o que eu faço?! Preciso tirar esse troço da minha cabeça e ele não sai! E o pior não é isso: várias vezes já me peguei cantando a mesma nos lugares mais absurdos desde domingo! I can't take it anymore!

I still believe in your eyes,
I just don't care
what you have done in your life.
Baby I will always
be here by your side,
Don't leave me waiting too long,
Please come by!

I, I, I, I, I still believe in your eyes;
There is no choice,
I belong to your life.
And i'll fly with you,
I'll fly with you,
I'll fly with you!!!
You are, are, are, are, are, are!!!
You are, are, are, are, are, are!!!


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Redentor: efeitos especiais e música ruim.

Dos males o menor: eu podia ter escutado rádio e estar com alguma do CPM22 ou do Detonautas no pensamento. Deus me livre!

postado por: Tiago 4:50 PM |


Terça-feira, Maio 24, 2005

Resenha - Cinema
Star Wars Episódio III - A Vingança dos Sith (Star Wars Episode III - The Revenge of the Sith)


Assistir em primeira mão, necessário era. O efeito Star Wars é realmente impressionante. É sair da sala e já tá todo o mundo brincando com o jeito de falar do simpático Mestre Yoda. Só que a película, não está passando aqui em Lajeado, é claro. E para não deixar os leitores na mão, a equipe withoutatrace de jornalismo (hahahahaah) foi até POA na segunda a noite para conferir o filme mais falado do ano.

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Sem sombra de dúvidas uma das coisas que mais me deixa impressionado quando o assunto é o mundo criado por George Lucas, não são os bilhões faturados com os filmes, com produtos e com publicidade e sim como o público pode ter tanta sede por ver uma história que todo mundo já sabe o final. Basta esperar para ver como é que ela vai acontecer. Nem é preciso ser lá muito fã da saga pra saber que o jovem Anakym Skywalker (Hayden Christensen) vai sucumbir ao lado negro e vai virar Darth Vader, que seus filhos, que nascem da senadora Padme Amidala (Natalie Portman), os gêmeos Luke e Léia serão separados e representarão uma chance no equilíbrio das forças e que os mestres Obi Wan (Ewan McGregor) e Yoda se tornarão inimigos mortais de Anakym (já como Vader) para sempre. E se você não fazia idéia disso, certamente não esteve no planeta terra nos últimos anos. O Episódio III é disparado o melhor entre os três do início. Se vai embora toda a doçura do Ameaça Fantasma, e a enrolação do Ataque dos Clones para o pau fechar de vez. Seja no início da película, com o resgate do chanceler Palpatine (Ian Mcdiarmid, surpresa positiva em termos de interpretação) das mãos do conde Dookan (Christopher Lee) e do general Grievous até o fim com a batalha decisiva entre Obi-Wan e Skywalker o que mais se ouve é uóóón, uóóón, uóóón. E pode ter certeza que ninguém vai reclamar. O forte de Lucas e companhia nunca foi mesmo os diálogos. E pra suprir tal deficiência, ele promove um verdadeiro espetáculo de imagens e efeitos especiais que deixa qualquer um com os olhos arregalados do início ao fim, durante as mais de duas horas de exibição. Entretenimento classe A.

Nota: 8

postado por: Tiago 5:04 PM |


Parece Crônica
Sobre o Chimarrão, o Frio e a Violência nos Estádios


Domingo de futebol, uma pequena fila se forma na frente do estádio para assistir um jogo da segundona gaúcha. A revista policial na entrada do estádio do Florestal, o bairro em que se localiza o campo é intensa. Inclusive uma mulher auxilia nesse sentido. Apalpa todos os homens (e mulheres também) para evitar que os torcedores carreguem consigo materiais perigosos que possam ser arremessados para dentro do estádio. Em todo o jogo de grande porte acontece isso. Nos de pequeno porte como é o caso da segundona, isso só aconteceu porque no jogo anterior do Lajedense, contra o mesmo 14 de Julho lá em Santana do Livramento, o pau fechou, os jogadores da equipe de Lajeado apanharam de seus adversários e da torcida e a promessa de revide ficou iminente, quando a informação chegou aos ferozes ouvidos da torcida organizada Máfia Alvi-Azul. Todo o cuidado era pouco. O futebol de várzea não é lá muito apegado as convenções do futebol universal. Juízes são medíocres, súmulas são mal feitas e fatos são esquecidos para que se evite constrangimentos maiores. Quem acompanha esse tipo de campeonato sabe que raramente algum dos clubes perde o mando de campo, por hostilidades da torcida, ou por confusões nas arquibancadas. Num jogo de uma série A (vamos pegar o Inter como exemplo) é terminantemente proibido arremessar qualquer objeto para dentro do estádio. E aquele torcedor que o fizer, certamente sofrerá apupos dos que estão ao seu lado, pois estes sabem que eventos desse tipo só vem a prejudicar o dono da casa. São inúmeros os casos de times que tem jogado com o estádio vazio. Efeito de punições da federação. Mas voltando ao Lajeadense, a torcida daqui é extremamente pacata. Só que bastou um impediento mal marcado do bandeira que corria do lado inverso ao das sociais e uma cuia (com resquícios de erva nas beiradas) atingiu em cheio a cabeça do auxiliar. Desmaio, sangue e ambulância. A noite de domingo era fria para o futebol. O chimarrão ajudou a aquecer as famílias que por lá estavam. E a polícia, óbvio, não barrou os inocentes porongos.

postado por: Tiago 11:26 AM |


Segunda-feira, Maio 23, 2005

Resenha - DVD
Casa de Areia e Névoa (House of Sand and Fog)


Vai dizer que a melhor coisa pra quem gosta de cinema, depois de ter visto um bom filme, não é tirar um tempo com quem também já o assistiu e falar a respeito? Debater? Tirar impressões? O que se entendeu e quais foram as interpretações? Só que tem um detalhe: você só faz isso quando o filme é bom. Casa de Areia e Névoa é bom. Aliás, pela segunda semana seguida, um filme relativamente desconhecido é resenhado aqui.

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A história é a seguinte: Kathy (Jennifer Connely, muito competente), é uma mulher amargurada e sozinha, que, ao ser abandonada pelo marido, vê aos poucos sua vida desabar. Sem nenhuma vontade de viver, ela sequer abre sua correspondência, sendo que em várias destas, ela vem sendo informada pelo governo de problemas quanto ao pagamento de impostos de sua casa. Resultado: de um dia para o outro, essa mulher que já era triste e sozinha, se vê triste, sozinha e morando em seu carro (que é o que lhe resta do despejo). Sem muita espera, a casa é anunciada em um leilão pelo valor correspondente a 1/4 do preço normal. Quem compra ela é Massoud Amir Behrani (Ben Kingsley, que dá uma verdadeira aula de interpretação), que, fugido com a família do Irã pós guerra, acaba vendo numa possível revenda da casa (então pelo preço normal), o sonho de ter de volta a vida de pompa e de luxos que existia em sua terra natal. A evolução na disputa pela casa, num filme de excelente fotografia e bem conduzido por Vadim Perelman e todas as burocracias que envolvem o fato, ganha contornos de tragédia no final chocante, que traz uma mensagem nada simples, nada original, mas muito bem apresentada ao espectador: dinheiro (e bens materiais) nem sempre representam a felicidade. Não perca amanhã aqui no without, a resenha de Star Wars Episódio III - A Vingança dos Sith

Nota: 8

postado por: Tiago 5:07 PM |


Famosos(?) na Biblioteca

Sexta-feira eu atendi a Shirley Mallmann aqui na biblioteca. Tá, não foi bem ela. Ela estava junto, mas não chegou a vir até o balcão. Estava acompanhada da irmã que é aluna da instituição. Ou da prima. Provavelmente era a prima, que tinha o mesmo sobrenome, mas era baixinha, morena e de cabelos cacheados. Sabe o que foi o mais engraçado? Essa prima era mais bonita que ela. E outra: enquanto eu atendia a prima, a Shirley (tentava) cuidar de seu rebento, que corria feito louco, entre as estantes da biblio, gritando e fazendo zona. Não adiantou. Por mais supermodel que a Shirley fosse, me obriguei a tomar uma atitude talvez constrangedora, mas necessária, frente a situação que já se estabelecia caótica nas dependêcias do local tradicionalmente direcionado para o estudo.
- Hey kid! Shut Up!! This is a library if you cannot see yet! - Gritei eu (as vezes é preciso ser inflexível)!
Sim, como bom filho de modelo, saído dos confins, dos confins, dos confins de algum interior brasileiro (gaúcho, melhor dizendo), o seu pequeno só hablava ingreis.

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Shirley Mallmann

A foto é pra ver se eu angario algumas visitações no melhor estilo apelação.

postado por: Tiago 8:46 AM |


Sábado, Maio 21, 2005

Resenha - Cinema
Violação de Privacidade (The Final Cut)


Durante a semana todos os fãs de cinema inegavelmente nutriam a esperança de que o Star Wars - A Vingança dos Sith, o episódio três do maior filme de ficção de todos os tempos entrasse em cartaz em Lajeado, junto com a estréia mundial. Doce ilusão. Em compensação os fãs do estilo, não ficaram totalmente órfãos. Violação de Privacidade é bem legal.

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O mote é diferente e instigante: num futuro próximo, algumas pessoas ao nascerem, tem um chip implantado em suas cabeças que registra todos os fatos de sua vida em primeira pessoa. Após suas mortes, esse chip é retirado e com ele é realizada uma edição dos momentos mais interessantes para que a família e convidados, possam assistir em uma cerimônia chamada rememória. Aí entra o (versátil) Robin Williams. Sou fã do cara e talvez ele seja um dos motivos de eu ter achado bom, um filme que foi massacrado pela crítica. Ele vive Alan Hakman, o melhor editor de imagens para rememória que está a serviço na praça. Quando ele recebe como serviço, editar o material contido no cérebro do diretor de uma das fábricas que produzem esses chips, ele encontra entre as imagens, uma pessoa que marcou profundamente seu passado e resolve descobrir o mistério por trás dela. Ágil, a película tem no roteiro de Omar Naim, muito bem concatenado (gostaram da palavra?) seu ponto forte. Sem perder fôlego, os assuntos dentro da história vão se ligando e aos poucos os segredos são revelados, com pouco espaço para furos. Jim Caviezel parece estranho como o vilão Fletchner (continua com a mesma cara de Jesus Cristo), mas desempenha bem seu papel. É um filme que gera discussões, especialmente sobre até que ponto, a vida alheia pode ser invadida e como fica a questão da privacidade daqui pra frente, num mundo em que estamos cada vez mais sendo observados. Se Naim desse à história um desfecho mais convincente, a nota poderia ser ainda maior.

Nota: 7,5

postado por: Tiago 12:32 PM |


Quinta-feira, Maio 19, 2005

Velharia Cult
Tom & Jerry


Na semana que passou foram os pequenos brinquedos que foram relembrados. Essa semana são os cartoons. Escolhi o Tom & Jerry como vetor dessas recordações não só porque foi um desenho que eu olhei muito na infância, mas também porque ele é um dos poucos antigos que permanece até hoje na grade de programação do Cartoon Network, apesar do horário um tanto quanto estranho (23h). Em meio a novidades do tipo As Trigêmeas, Mona Vampiro e o Clube das Winx, além de pragas universais como Pokemon, lá está o gato Tom, perseguindo o sempre endiabrado e esperto rato Jerry, seja no quintal, na sala ou na cozinha, com motivações que só se explicam pela natureza dos animais (todo mundo cresce acreditando qua na cadeia alimentar o gato vai comer o rato).

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Surgido a mais de cinqüenta anos das mãos dos mundialmente famosos William Hanna e Joseph Barbera, a série inicialmente era exibida nos cinemas. Só que o desenho caiu tão rapidamente nas graças do grande público que foi inevitável a passagem para a televisão. Os mais de 200 espisódios desenvolvidos pela dupla em meados de 50, não só surpreendiam pela técnica inovadora de animação, totalmente ágil, apesar de artesanal, como quase sempre contavam com trilhas sonoras maravilhosas tocadas bor bandas de Jazz, ou pelas chamadas Big Bands. É por essas e outras, que o cartoon segue incansável até os dias de hoje e certamente terá sempre um lugar guardado na lembrança dos apreciadores de desenho ao lado de Pica Pau, Snoopy, Scooby Doo (que inclusive já passaram pela velharia) entre tantos outros.

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postado por: Tiago 6:04 PM |


Novidades na Telona
A saga de Star Wars chega ao fim com Episódio III


Fonte: Terra

Não gosto muito de postar em excesso, mas achei interessante isso aqui.

A espera terminou: quase três décadas depois que o cineasta George Lucas levou o público a tempos remotos e galáxias distantes, a saga de Star Wars chega a seu fim com a estréia de A Vingança dos Sith. A partir da meia-noite, mais de 9.000 cópias do filme, distribuídas por 3.700 cinemas de todos os Estados Unidos, irão saciar a sede dos curiosos e fãs da série. Ninguém duvida que a sexta parte desta saga, que começou em 1977, entrará para a história. A única dúvida é o quão grande será a sua marca. A passagem de Anakin Skywalker para o lado negro da Força vai superar os 460,9 milhões de dólares arrecadados pelo primeiro episódio de Star Wars, a maior bilheteira da saga até o momento? Conseguirá ele com suas lutas aniquilar seus rivais e fazer com que a fita seja a maior estréia do cinema ou o filme de maior bilheteria da semana ou do ano? Se o passado serve para algo, basta lembrar que até o momento os cinco títulos anteriores desta popular e multimilionária saga arrecadaram, ao todo, de 3,4 bilhões de dólares em bilheterias no mundo inteiro. "A Vingança dos Sith é algo mais que uma estréia. É um fenômeno cultural que vai além dos fãs e que explodirá as bilheterias", prevê Ray Indolos, profissional de animação e efeitos especiais, que está preparado para comprovar, com sua entrada na mão, se suas afirmações são certas ou não. Ele não está só nesta espera. Para 80% das sessões de estréia programadas para a meia-noite já foram afixados cartezes de Lotado. Inclusive, alguns cinemas decidiram realizar sessões especiais ao longo da madrugada. Segundo pesquisas recentes, 45% dos espectadores sabem exatamente quando e onde estreará o Episódio III da saga. Entre os entrevistados do sexo masculino, mais da metade irão assisitir ao filme. Entre as mulheres, este percentual cai para 25%. Em Hollywood, a indústria está ansiosa com esta estréia tão esperada. Até mesmo aqueles filmes que não têm nada a ver com a aventura espacial esperam se beneficiar com esta bilheteria astronômica. Todos acreditam que a estréia de A Vingança dos Sith levará o público de volta às salas. Deste modo, os outros estúdios poderão anunciar os filmes que lançarão. Enquanto isso, as vendas antecipadas continuam altas. Duas entradas são vendidas por segundo, informou hoje a Fandango, a maior companhia dedicada a este serviço nos Estados Unidos. Deste modo, Episódio III já bateu seu primeiro recorde: é o filme que mais ingressos vendeu antecipadamente (60% do total colocado à venda). A fita é uma febre internacional. Será exibido na mesma hora (respeitando as diferenças de fuso) em cerca de cem países, com exceção do Japão e da Coréia do Sul. A diferença de sotaques e idiomas se torna inexistente quando se fala de dinheiro: na Austrália, as vendas antecipadas passaram de 1,5 milhão de dólares; no México, uma só cadeia de cinemas vendeu mais de 500.000 dólares em ingressos; e no Peru, começam a falta lugares. A Força do americano Lucas e da saga Star Wars também fez o filme ganhar adeptos entre a crítica, que, de modo geral, coincide na qualidade da fita, apesar de seus conhecidos problemas de diálogo e de interpretação. Até mesmo veículos pouco dados a elogios a filmes do gênero, como a The New Yorker, se uniram ao resto da crítica ao dizer que A Vingança dos Sith é o melhor episódio da saga.

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Kenobi: uma árdua tarefa o aguarda.

Agora é só esperar a estréia.

postado por: Tiago 11:20 AM |


Comunicação Visual

Já fazia algum tempinho que o quadro não aparecia por aqui. O prêmio está acumulado. Os primeiros que acertarem a música que a imagem representa, ganham uma sessão de DVD com o filme A Vila, seguida de debate a respeito.

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O oferecimento é de 100padrão, o blog do Rafinha. Um blog sobre.. sobre.. sobre o quê mesmo?

postado por: Tiago 8:28 AM |


Quarta-feira, Maio 18, 2005

O Cinema Através do Google

O sucesso do quadro foi tão grande que diversos blogues adotaram a brincadeira e saíram a cata das maneiras mais absurdas de incursão nos seus, através dos sites de busca. Para esta última semana, mais algumas motivações bizarras, encontraram destino aqui no blog sobre a sétima arte. O filme Narradores de Javé continua com a bola toda, apesar de não ter (quase) nada a respeito dele por aqui. Outras:

vestimenta da mulher-passado, presente-imagens: poderia repetir por favor? Não entendi.
problema busca google "soon..": acreditem, mas isso foi colocado no espaço destinado a busca, dentro do google. E o without, foi a primeira opção encontrada.
cenas do filme shereck: eu não sei Dan, talvez tenha algum problema de digitação aí. De repente seja só com k.
resumo dos melhores filmes de suspense; infelizmente por aqui você também vai achar os piores. Temos A Vila e O Grito pra começar.
garotas sex gordas com mais de quarenta: que tipo de psicopata, tem passado por aqui?
produtos de academia polishop: o único que ainda temos disponível é o Invisible Bra. Mas aproveite, são poucas unidades.
cfc teste baliza: acho que o without não é o site mais indicado para auxiliar nesse sentido.

A busca em sua maioria, continua envolvendo o cinema. Só que nem sempre é assim. E com isso nós nos divertimos. Justamente com a dificuldade que as pessoas tem de usar as ferramentas de busca.

postado por: Tiago 6:21 PM |


Pequenas Manchas no Currículo

Ontem quando cheguei em casa da aula, me estatelei no sofá, liguei a TV e comecei a zapear afim de assistir a algum programa antes de dormir, pois estava sem sono. Vocês bem sabem que a televisão aberta disponibiliza poucas opções e eis que eu paro no SBT, onde está passando uma bizarrice trash chamada Malditas Aranhas!. Até aí tudo bem. Só que, um olhar um pouco mais atento, me fez perceber que em meio as aranhas gigantes, alteradas geneticamente estava a excelente atriz Scarlett Johanssson de películas do quilate de Encontros e Desencontros e Moça com Brinco de Pérola, como uma das protagonistas! Pasmo, troquei de canal rapidinho e fui parar no Jornal da Globo, que não conta mais com a Ana Paula Padrão no comando. Só me restou desistir. E dormir.

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Scarlett e aranhas: nada a ver.

postado por: Tiago 8:50 AM |


Terça-feira, Maio 17, 2005

Pérola da Semana

Eu arrisco dizer que esta foi uma das melhores frases do ano. Alguém já viu o tal comercial que o rei gravou com o Robinho (se não me engano era pra Pepsi). Eu ainda não viu, mas já no making off que passou no Globo Esporte esses dias, já deu pra perceber que o cara é um completo desastre na representação. Não quero me precipitar, mas o que o Pelé tinha a oferecer a humanidade, que era seu talento com a bola nos pés, ele já fez a mais de trinta anos. Hoje o melhor pra ele, seria curtir uma boa aposentadoria. E de preferência, bem quietinho, que é pra não falar bobagem entende?

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Não vou morrer sem fazer teatro

postado por: Tiago 10:37 AM |


Segunda-feira, Maio 16, 2005

Resenha - DVD
Chuva de Verão (Rain)


Sempre que vou na locadora no fim de semana, acabo escolhendo dois filmes. Um geralmente é extremamente POP e é aquele que eu assisto não só para me entreter, mas também para ter material para publicar aqui nesse querido blog e o outro pertence ao circuito alternativo. Dessa vez eu escolhi falar desse outro. Isso porque é preciso que vocês leitores saibam da existência do Chuva de Verão.

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Como é legal ver filmes de baixo orçamento, sem efeitos especiais hiperbólicos e que ainda assim tem muito mais a dizer a quem o assiste. É possível falar de amor sim. Mas nem por isso a película precisa parecer uma novela mexicana. O filme da diretora Chrsitine Jeffs fala das relações entre seres humanos. Novidade? Sim. Pode acreditar. A protagonista é Janey (Alicia Fulford-Wierzbicki que por sinal é ótima atriz), uma menina de 13 anos que está de férias em alguma praia da Nova Zelândia. Lá ela passa os dias com seu irmão menor Jim (Aaron Murphy) e acompanha as andanças de sua mãe (Sarah Peirse), que entediada com a vida passa a flertar com um pescador da região chamado Cady (Marton Csokas) o que inevitavelmente vai gerar adultério. Existem milhares de cenas emblemáticas, o que faz com que o espectador fique atento a cada detalhe, para que nada seja perdido. A fotografia é maravilhosa, com imagens que se modificam em cor e textura a cada quadro e que muitas vezes acabam falando por si. Não bastasse a história instigante, a película ainda é embalada por uma das melhores trilhas sonoras que já (ou)vi no cinema (difícil de acreditar né?). Filmes como esse tem pouca repercussão, dificilmente são citados, estão geralmente nas prateleiras mais baixas da locadora e são pouco requisitados. Provavelmente vocês não o viram, o que não é nenhum problema. Esse post é quase uma utilidade pública. Confiem em mim.

Nota: 9,5

postado por: Tiago 4:33 PM |


Resenha - Cinema
Be Cool - O Outro Nome do Jogo (Be Cool)


No começo de Be Cool - O Outro Nome do Jogo, o personagem de John Travolta, Chili Palmer, está andando de carro com o produtor musical Tommy Athens (James Woods, em aparição relâmpago), quando se revela cansado da indústria de cinema, com direito a piada (óbvia), sobre as continuações, que na maioria dos casos são piores que seu primeiro.

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Be Cool é uma continuação. Eu, infelizmente não consegui assistir a fita de 1995, O Nome do Jogo, onde Travolta interpreta um agiota e é claro não posso dizer assim, qual das duas é melhor. E talvez se eu tivesse olhado o já citado filme, fosse resenhá-lo aqui com algum preconceito. Sendo assim, fui capaz de separar a película da estigma de continuação e assim, considerá-la (com o perdão de trocadilho) extremamente cool. Apesar do roteiro embolotado de Peter Steinfeld, que prefere abocanhar um punhado de tramas paralelas, envolvendo gângsters Russos, empresários de gangsta rap, a máfia da música e as novas estrelas, criadas pelas gravadoras, o filme é entretenimento puro. Começa pela música, com direito a presentinho para os brasileiros: A Roda de Elis Regina e Insensatez de Tom Jobim na voz de Black Eyed Peas e termina pelo elenco estreladíssimo, com atuações bacanas e versáteis, com destaque para Vince Vaughn (que por sinal é sempre um ótimo ator em comédias), que interpreta Raji, um produtor branquelo com trejeitos de negro e The Rock, que é o guarda costas de Raji, com fortes tendências homossexuais e que sonha em ser ator. Além disso ainda há Uma Thurman (sim, esse é um dos grandes lances, o casal de Pulp Fiction se reencontra, com direito a um bis na pista de dança), Danny Devitto, Harvey Keitel, Andre 3000 (Outkast), Cedric the Enterteiner, Sergio Mendes (acreditem) e Steven Tyler do Aerosmith, interpretando ele mesmo. Bom divertimento.

Nota: 7

postado por: Tiago 8:03 AM |


Sábado, Maio 14, 2005

A Janta

Encontro de blogueiros (vários, por sinal) é um quadro:

- Mas teu template.. horrível!
- Tu nunca me visita.
- Até visito. Tu que não atualiza. E olha que eu comento.
- Comenta no meu que eu comento no teu.
- Teu endereço: impossível lembrar.
- Muito longo. Não é atoa que ninguém vai lá.
- A audiência aumentou.
- Aaaaah, então tu que é aquele cara daquele blog!
- Já tô a dois meses no top 3 do blogs.
- É três por ano, né?
- Alguém entende meu blog?
- Tá te achando só porque já foi BoN.
- Falta congruência entre o teu site e o teu blog jurássico.
- O que que esse fotologueiro faz aqui?
- Eu uso recursos de java no meu.
- O meu é sem tabelas.
- Porquê tu não me linkou ?

Menos mal que esse negócio de janta dos blogueiros é só uma vez por ano. Ê raça triste essa. Quando se junta é só o que sai.

postado por: Tiago 12:43 PM |


Sexta-feira, Maio 13, 2005

Música na Cabeça

Tem dias em que tudo que eu quero é chegar em casa, deitar na cama e ouvir uma boa música. Só que já na chegada ao lar, me deparo com um problema. Nem sempre eu estou disposto a ouvir todas as músicas de determinado álbum, até porque a exceção do incensado Ok Computer do Radiohead, são raros os discos que comportem do início ao fim canções gostosas. Sempre vai ter alguma chatinha no álbum. E não adianta dizer que não, por mais que você seja fervoroso fã de determinado grupo. Se eu estou com paciência, escolho dos diversos cd's que possuo, só os hits e os seleciono. Assim fiz esses dias. Botei a rodar Runaway Train do Soul Asylum, em seguida foi a vez de Push do Matchbox20 e depois Mr. Jones do Counting Crows e assim por diante. Percebi, até com certo desânimo que muitas vezes as pessoas não vem a conhecer certas bandas, pois se identificam apenas com aquela música que dá no rádio e essa basta. O hábito de comprar cd's foi a muito substituído por downloads e afins (até mesmo pelo preço absurdo de tal material). E o fim para muitas dessas, acaba sendo o ostracismo, vide bandas bacanas como Semisonic, Spin Doctors e Chumbawamba. Um dos casos mais clássicos de one hit wonder que conheço é do Urge Overkill. São eles os responsáveis pela regravação de Girl, You'll Be a Woman Soon, música de Neil Diamond, que está na trilha do Pulp Fiction. Alguém ouvir falar desses caras depois disso?

Girl, you'll be a woman... soon

I love you so much, can't count all the ways
I've died for you girl and all they can say is
"He's not your kind"
They never get tired of putting me down
And I'll never know when I come around
What I'm gonna find
Don't let them make up your mind.
Don't you know...

Girl, you'll be a woman soon,
Please, come take my hand
Girl, you'll be a woman soon,
Soon, you'll need a man


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Sim, há foto do Urge na web.

Eu sei que esse assunto já foi e voltou várias vezes por aqui, mas ele sempre é interessante. Pra quem gostou da recordação e quer toda a letra, pode clicar aqui.

postado por: Tiago 11:22 AM |


Quinta-feira, Maio 12, 2005

Você Sabia??

Que cientistas da Universidade Nacional da Austrália acabam de revelar que a melhor e mais produtiva maneira de alguém pensar é na posição horizontal?

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O Pensador de Auguste Rodin

Ou seja: deitado. Tanto homens quanto mulheres raciocinam melhor quando se deitam para pensar em algum problema do que quando fazem isso sentados ou em pé. A razão é que quando o corpo se deita há uma melhor recaptação no cérebro do neurotransmissor noradrenalina. Quando se está em pé ocorre justamente o contrário: aumenta a produção de noradrenalina e isso prejudica a sua reabsorção pelas células do cérebro.

Agora só falta equipar as salas de aula das faculdades com camas, para que as idéias (especialmente em dia de provas "cabeludas"), fluam melhor. Como diria o Jô Soares: "podre".

Fonte: Istoé

postado por: Tiago 9:34 AM |


Quarta-feira, Maio 11, 2005

Velharia Cult
Brinquedos que Foram Febre


Quem está com vinte e poucos anos, como eu, certamente lembra de brinquedos como a mola maluca, o fluffy (é assim que se escreve?), o pirocóptero, o pogobol entre tantos outros. A lembrança dessas diversões, se deu em uma das recentes aulas de "Processos de Criação" do professor Flávio (mais uma vez ela), onde, induzidos a desenvolver uma peça publicitária sobre um novo refresco em pacotinho, nós alunos, tínhamos que criar atrativos de vendas para uma marca nova que estaria entrando no mercado. Buscando atingir os pais dessas crianças (que geralmente são os compradores do produto), acabamos, recuando no tempo e trazendo de volta os brinquedos na forma de brindes. Se ia dar certo ou não, não se sabe, mas o sabor de nostalgia ficou e a aula acabou virando uma sessão de lembranças bacanas lá dos 80. As crianças de hoje, certamente não achariam graça alguma em uma mola que desce escadas ou que se movimenta sozinha, ou se entreteriam com um palito de pirulito dotado de asas que realizava um breve vôo. Muito menos, achariam interessante ficar pulando de um lado pra outro, num troço que mais parece uma nave espacial de plástico. E o fluffy? Nem sei pra que servia. Eu e meus amigos brincávamos de pega-pega com ele. Quem fosse atingido pelo arremesso do "fatal objeto" era o próximo a pegar. Atualmente, os brinquedos são outros, a diversão é outra e a urgência de mundo dos pequenos é também outra fazendo com que eles atropelem muitas etapas de sua vida. Etapas essas que pra nós que não tínhamos videogames ultramodernos, internet e TV a cabo ficam guardadas. Bem guardadas em algum cantinho do nosso coração.


Pogobol

postado por: Tiago 11:00 AM |


Terça-feira, Maio 10, 2005

Novidades na Telona
Kevin Spacey e Natalie Portman carecas para filmes baseados em quadrinhos


Fonte: Omelete

A moda para a temporada 2005/2006 de filmes baseados em quadrinhos será a careca. Kevin Spacey confirmou à rádio XFM que ele terá que raspar os cabelos para viver Lex Luthor em Superman Returns. Sua participação no filme começa em junho e ele já se prepara para viajar até a Austrália, onde o filme está sendo rodado. Enquanto isso, Natalie Portman já está devidamente tosada para o papel de Evey em V de Vingança. A primeira foto da atriz sem cabelos apareceu na revista Time e pode ser conferida aqui. "Não consigo parar de passar a mão na minha cabeça. Ficou tão macia que acho que vou deixar assim por algum tempo", comentou a atriz de Perto demais. A estréia de Superman Returns, por Bryan Singer, está prevista para 30 de junho de 2006. V de Vingança, por James McTeigue, estréia dia 4 de novembro próximo.


Natalie Portman

postado por: Tiago 6:13 PM |


Segunda-feira, Maio 09, 2005

Parece Crônica
Sílvio Santos Super Size


Domingo pela primeira vez eu assisti um pouco do tal "programa dos gordinhos" do Sílvio Santos, que é aquele reality show onde um bando de pessoas obesas é colocado em uma casa, com toda a sorte de guloseimas disponíveis a seu alcance e onde o objetivo principal é, através de um esforço "hercúleo" frente as circunstâncias, perder peso. O "patrão" não nasceu mesmo pra esse negócio de reality show né? Depois do fracasso de bobajadas como a "Casa dos Artistas", agora esse o "Grande Perdedor", só vem a mostrar como algumas vezes é limitado o ímpeto criativo do "patrão". E eu aqui nem quero falar da qualidade do programa e sim de como ele conduz o mesmo. Primeiro ponto: pelo que entendi, permanecerá na casa, aquele que perder mais peso durante a sua estadia nessa espécie de "spa as avessas" (funciona como tal, mas joga com a força de vontade dos participantes). Só que aí tem um erro. Estão lá dentro, gordinhos de quantidades adiposas visivelmente diferentes. Enquanto uns pesam 200 quilos, tem outros que pesam só (?) 90. O certo seria fazer uma contagem através da perda de peso proporcional e não da perda direta, já que quem soma 200 quilos, teria muito mais reservas calóricas a queimar do que os mais "levinhos". Segundo ponto: o Sílvio nunca dá a certeza do que de fato, vai acontecer. Quem vai sair, porquê motivo, quando e etc. As regras estão sujeitas a mudar toda a semana, o que só faz perder a credibilidade. E já foi assim na "Casa dos Artistas". Estava aqui imaginando um "reality show" um pouco mais interessante: ao invés dos gordinhos, o Sílvio poderia trazer um bando de magrelos, onde o objetivo fosse ganhar peso a todo o custo. E para tal, eles teriam a sua disposição, milhares de guloseimas "a la vontê" desde hambúrgures hiper-calóricos até pizzas e sorvetes de todos os sabores. Quem engordasse mais ganhava. O critério de desempate, caso acontecesse, poderia ser a quantidade de colesterol no corpo. Quanto mais, melhor. "Super size Sílvio" já! Mais polêmico, mais apelativo e mais atraente. E com outro nome, pra angariar os fãs da antiga: "Topa tudo por dinheiro".

postado por: Tiago 11:08 AM |


Sábado, Maio 07, 2005

Resenha - Cinema
Reencarnação (Birth)


Eu tava super curioso pra ver esse filme. Sério. E tive uma das maiores decepções do ano. Tudo conspirava pra que a película fosse uma bomba mesmo. A crítica já o havia detonado. O Rodrigo, importante amigo meu, já havia me alertado pra que não me dirigisse até o cinema e poupasse tempo e dinheiro.



Só que todo mundo que gosta da sétima arte, sabe que, pra tecer uma opinião verdadeira (e sua), a respeito de qualquer filme é necessário primeiro assistí-lo. O gosto sempre vai variar de pessoa pra pessoa e o filme que é bom pra mim, pode não ser bom pra você e isso não é nenhuma novidade pra quem está lendo isso. Poucas são as unanimidades. Nunca vi ninguém falar bem de "Mulher Gato", por exemplo. E o resultado se viu no fim do ano: milhares de "prêmios framboesa". Ontem me disseram que eu estava sendo muito "chato" pra filmes. Que tudo era ruim, que nada prestava e que eu andava falando mal de películas que tinham lá seu valor, como "Constantine" e "A Vila". E o Rencarnação, com Nicole Kidman e tudo vai pro mesmo saco. Na trama, o garoto Cameron Bright (O Enviado) vive Sean (aliás, coitado do guri, só pega roteiro porcaria), que aparece na vida de Anna (Nicole), dizendo ser seu ex-marido reencarnado. Tudo que acontece a partir daí é uma enrolação "braba", até chegar o fim do filme, onde dá a impressão que eles não sabiam como finalizar e escolheram a maneira mais idiota possível. Não há uma explicação bem definida pro mistério. Não há um desfecho inteligente. E mesmo o andamento do suposto "suspense" não te deixa tenso ou curioso pelo final. Falta empatia. Até a cena da nudez de Nicole, com o menino de 10 anos Cameron na banheira soa desnecessária e apelativa. A trilha até que poderia ser interessante se não parecesse um tanto deslocada. Não é birra minha. Não dá pra falar bem do que é ruim.

Nota: 1,5

postado por: Tiago 12:26 PM |


Sexta-feira, Maio 06, 2005

Você Sabia??

Que a baba do caracol pode ser muito eficaz no tratamento e prevenção da celulite?



Segundo uma pesquisa mexicana, aplicar a baba de um caracol no local danificado pode ser a solução para um problema que assombra a maioria das mulheres do planeta. De acordo com a coordenadora da pesquisa, o tal "creme" teria alguns sais minerais e vitaminas que quando absorvidos pela pele, auxiliariam na cura dos graus mais leves do problema.
No jardim lá de casa tem bastante. Quem quiser realizar a "colheita", sinta-se a vontade.

Fonte: Galileu

postado por: Tiago 10:53 AM |


Quarta-feira, Maio 04, 2005

O Cinema Através do Google (Ou Não)

Totalmente inspirado pelo post de ontem da minha amiga Malvada, resolvi eu também ir atrás das motivações de busca mais absurdas que acabam fazendo com que os internautas, de qualquer parte do planeta venham a pousar seus mouses nesse humilde blog. Diferentemente de lá, as buscas por aqui em sua grande maioria envolvem resenhas de filmes (por quê será?) e uma ou outra a cata de alguma informação sobre a série "Without a Trace". Mas ainda dentro dessas, encontrei algumas pérolas. Nem todas provinham do google (tinha "cadê", "altavista"), mas a graça era a mesma pra todas:

Resenha sobre o filme FORREST gump: alguém me explica o motivo da criatura que estava em busca da tal resenha, ter colocado a palavra "Forrest" em "caixa alta". E só ela. E só pra constar o "Forrest.." nunca foi resenhado por aqui.
Resenha de diario de motocicleta: sem acento, sem desinência típica do plural e ainda assim, o sujeito chegou até aqui. E com um pouco de sorte, deve ter localizado o texto sobre Alberto Granado e Che Guevara.
Palhaço de brinquedo: o único que poderia aparecer por aqui é o "Chucky". Ou o "It". Só que um não era palhaço. O outro não era brinquedo. Fico te devendo essa.
QUAL ERA O NOME DA MENINA DE 4 ANOS NO FILME KILL BILL: exatamente como vocês leram. Acho que as pessoas pensam que o "caps lock" ajuda numa busca mais precisa. Talvez.
A verdadeira historia do trafico de orgaos de crianças: mas tem que ser a verdadeira história. E não aquela que andam contando por aí. E outra: acento é lenda.
Músicas brasileiras quero ver no video: eu tô tentando entender até agora, qual era o objetivo real do sujeito que colocou esses termos no sistema de busca do google. Será que eram letras? Ou clipes? Mistééério.
Fotos flagrando atrizes: vou levar essa idéia para o editor chefe aqui do "without" para uma análise mais profunda.

Mas a grande campeã de buscas do google, que acabam por aqui é a resenha, ou resumo, ou qualquer coisa a respeito do filme "Narradores de Javé". E sabe o que é o mais engraçado? Eu não faço a mínima idéia de quando foi que eu citei esse filme aqui no blog, já que resenha eu tenho certeza que não teve, até mesmo porque eu não assisti a tal película. Não percam nas próximas semanas mais um quadro "O Cinema Através do Google (Ou Não)".

postado por: Tiago 5:56 PM |


Pérola da Semana

Esse assunto gerou muita polêmica na semana passada. Segundo dizem as más línguas, o técnico Émerson Leão, que deixou o São Paulo para treinar um time do Japão (é isso?), teria sido o grande responsável pela falta de oportunidade dada ao jogador Falcão que veio pro futebol profissional do Futsal e agora queria no campo, repetir suas façanhas. Sobre o técnico, Falcão disse:


Costumo dizer que ele deve ter ficado chateado por não ter sido indicado para substituir o papa. Mas também, Deus não pode ser papa.

A polêmica opinião, tem nitidamente a ver com a vaidade de Leã, que de longa data já é conhecida. Mas em defesa do técnico, eu deixo aqui uma pergunta aos leitores apreciadores de futebol: aonde o Falcão jogaria dentro do bom time do São Paulo? E outra: já não são vários os exemplos de craques do futsal, querendo se dar bem na grama, mas não dando certo? Um bom exemplo, é o Manoel Tobias. Jogou no Grêmio. Não funcionou. Fez um gol de bico. Horrível. E por fim, voltou pro salão. E eu acho mesmo normal que esses casos não dêem certo. São estilos de jogo diferentes. O salão é bem mais rápido. A bola tem outro formato (e peso). Algumas regras são diferentes. Acho bom que o Falcão volte pro salão. É lá que ele entende das coisas.

postado por: Tiago 11:23 AM |


Terça-feira, Maio 03, 2005

Resenha - Cinema
Vozes do Além (White Noise)


O assunto FVE (Fenômenos de Voz Eletrônicos) é muito interessante. Segundo dizem os estudiosos do ramo, seriam aqueles em que, os mortos poderiam enviar mensagens para nós, através da estática (quando estão fora se sintonia) de alguns aparelhos, como o rádio e a TV. Pena que no fraco Vozes do Além o tema é tão mal explorado.



O personagem principal da trama é Jonathan Rivers (Michael Keaton, que por sinal acho que eu não via desde o "Batman"). No começo da história ele perde sua mulher em um acidente e logo em seguida, ainda desnorteado por tal fato, ele começa a ser perseguido por Raymond (Ian Mcneice), que diz estar recebendo mensagens de Anna (Chandra West), sua esposa através do rádio e da TV em sua casa. Relutante, Jonathan só passa a acreditar no cara, quando em uma noite, recebe uma ligação do telefone celular de Anna, que teria ficado desligado desde sua morte. Daí o roteiro, que até gerava alguma expectativa, acaba se perdendo totalmente. Primeiro Raymond morre e todo mundo faz pouco caso disso. Segundo, ao invés de se preocupar com a morte do amigo, que nitidamente envolve "criaturas malvadas do além", Jonathan desembesta que quer encontrar Anna e não sossega até que receba algum sinal dela. Por último ele resolve que vai salvar "sei lá eu quem" que tá correndo risco de vida (ao invés de cuidar da sua, que também está a perigo). Faltou aprofundamento. Faltou detalhar (e não amontoar um monte de fatos sem destacar nenhum deles). Faltou atuação (Keaton é medíocre e poucas vezes consegue transparecer o pânico real que as situações envolvem). E faltou lógica no epílogo que, inexplicável, encerra um filme fraco, onde fica aquela sensação de que poderia ter sido bem melhor.

Nota: 2,5

postado por: Tiago 6:24 PM |


Resenha - Cinema
Miss Simpatia 2: Armada e Poderosa (Miss Congeniality 2: Armed and Fabulous)


Acho que todo o mundo que aprecia a sétima arte deve guardar no coração um filme ruim, mas que pra você é ótimo. Por mais que seja um desastre perante a crítica, tenha levado 10 prêmios framboesa e possua o pior roteiro de todos os tempos, sempre que possível, você vai estar lá, vendo de novo e curtindo de novo, enquanto todos o detonam.



O meu "bom filme ruim" é com a Sandra Bullock e se chama "Velocidade Máxima". Podem falar o que vocês quiserem, mas esse é um dos filmes mais bacanas de ação que já assisti. Com todos os clichês que as produções do gênero possuem. Mas mesmo os clichês podem ser interessantes se bem organizados e apresentados para o espectador. Mudando de "saco pra mala" (e põe mala nisso) esse não é o caso de Miss Simpatia 2: Armada e Fabulosa. Primeiro de tudo: o filme não se localiza com precisão em nenhum estilo. Viaja entre a ação, a aventura, a comédia, o romance, mas não finca pé com firmeza em nenhum deles. E quem está lá sentado fica perdidinho. Segundo de tudo: o roteirista Marc Lawrence deve achar muito engraçado o fato de mulheres saírem no tapa. Rola a toda hora e de uma maneira muito sem graça. E terceiro de tudo: sabe aquela história dos dois agentes que no começo não se topam, mas no final, num gesto de redenção, um salva a outro e tudo fica bem? Aqui também tem (até rimou). Resumo da ópera: Gracie Hart (Sandra Bullock), é a agente do FBI que na película anterior participa de um concurso de miss para resolver um caso envolvendo modelos. Nesse segundo, em meio aos problemas enfrentados pela sua fama (agenda lotada e fãs entusiasmados), ela deve ir atrás da Miss EUA (Heather Burns), que foi seqüestrada. Não me lembro de ter dado uma boa risada nessa comédia. Aliás, era comédia?

Nota: 1

postado por: Tiago 8:42 AM |


Segunda-feira, Maio 02, 2005

Mais Uma Enquete

Já que o assunto do dia é séries de TV, a enquete da semana entra junto na onda. Qual foi (ou ainda é, para os adeptos da dublagem bisonha do SBT) seu personagem favorito no seriado Friends e por quê?

postado por: Tiago 11:12 AM |


Novidades na Telona
Jerry Seinfeld anuncia elenco de desenho animado


Fonte: Terra

Quem não é fã de um bom desenho? Ainda mais se este tiver o dedo do diretor, produtor, ator e nas horas vagas comediante (e dos bons) Jerry Seinfeld.

Foi anunciado o elenco que vai fazer as vozes dos personagens de Bee Movie, um dos próximos projetos em desenho animado do estúdio DreamWorks. O filme, com previsão de lançamento para 2 de novembro de 2007, vai ter roteiro do comediante Jerry Seinfeld, que vai interpretar um dos personagens. O resto do elenco inclui Renée Zellweger, Uma Thurman, Kathy Bates, Alan Arkin, Robert Duvall, William H. Macy e Oprah Winfrey, entre outros. A história é sobre Barry B. Benson (Seinfeld), uma abelha que acaba de completar um curso universitário. Ele está deprimido porque tem apenas uma oportunidade de carreira: fazer mel. Em uma rara viagem para fora da colméia, sua vida é salva por Vanessa (Zellweger), uma florista de Nova York. Ao ficar amigo dela, ele descobre que humanos consomem muito mel e resolve processá-los por "roubar" o mel das abelhas. A direção vai ser dividida por Steve Hickner e Simon J. Smith.


Esse é o cara: Jerry Seinfeld

postado por: Tiago 8:55 AM |



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