Quinta-feira, Dezembro 20, 2007
Velharia Cult
Jogos de Tabuleiro


Post levemente inspirado em texto publicado na Revista VIP de dezembro.

Com tantas novidades tecnológicas, os jogos de tabuleiro acabaram relegados ao segundo plano na preferência da gurizada no que se refere ao presente de natal. Sério, como alguém vai trocar o IPhone - que ainda nem chegou por aqui, mas já é a nova tetéia tecnológica - o Ipod, os milhares de modelos de celulares existentes, os tocadores de MP3, as câmeras com mais recursos a cada dia que passa e o Playstation 2, com preço legal, por jogos em que tudo que se faz é arremessar um punhado de dados, arrastar uns pinos, elaborar estratégias ou brincar de perguntas e respostas? Ninguém né?

Dessa maneira o que se observa é uma espécie de nostalgia em relação à esses brinquedos. Quem se agrada deles é a mesma geração que brincava de pogobol, assistia o Caverna do Dragão e escutava o Roxette e o B-52's nas festinhas de garagem. Você não vai ouvir seu sobrinho implorando pra jogar War ou Imagem e Ação na praia, naqueles dias chuvosos. Mas essa pode ser uma alternativa legal para você e para aqueles seus amigos de 20 e poucos (ou muitos) anos. Seguem os favoritos da casa!

Imagem e Ação: nesse brinquedo clássico cada equipe deve designar um jogador de cada vez para o ser o desenhista que tentará passar a sua equipe, alguma palavra ou expressão. Não é preciso ser nenhum Frank Miller. O que vale é a imaginação. É proibido falar, escrever letras e números, fazer gestos ou mímicas. Os únicos instrumentos que o jogador terá à disposição são um lápis e um papel, para desenhar, esboçar e rabiscar o que quiser! Se você não desenha desde o primário, melhor. O troço fica ainda mais engraçado!

War: esse faz uma caralhada de tempo que não jogo, mas também é muito divertido! Nele, cada jogador deve elaborar as suas estratégias para derrotar adversários e conquistar territórios e continentes. Entre os pontos positivos é que você finalmente vai ficar sabendo que existe um lugar no planeta chamado Vladivostók. Não que isso vá mudar sua vida. Entre os poréns, a exigência de pelo menos 3 jogadores. E o limite de 6.

Scotland Yard: nesse sensacional jogo, você tem que dar uma de Sherlock Holmes, juntando uma série de pistas para desenvolver o quebra-cabeças que o levará a desvendar os mistérios de cada caso, que podem variar do assassino, passando pela arma utilizada até chegar nos motivos que levaram o criminoso a cometer o delito. Divertidíssimo, o único porém é que ele pode ser um pouco cansativo pra galera mais nova.

Master: esse é o favorito desde sempre! No tabuleiro, nove assuntos (ciências, entretenimento, variedades, geografia, artes, esportes entre outros) estão disponíveis. Cada jogador deve escolher um dos temas para ir respondendo. Assim que atingir o centro do tabuleiro, o participante deverá responder uma pergunta a respeito de cada tema. São 5400 perguntas, divididas em 600 fichas, ou seja: é diversão por horas e horas! O único porém - ou não, dependendo do ponto de vista - é que as pessoas precisam ter um mínimo de conhecimentos gerais para participar do troço. Senão não tem a mínima graça


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Repare que todos os jogos são da Grow.

Agora é com você! Chame seu avô e diga que você tem algo muito mais divertido que a canastra, pra mostrar pra ele.Revista VIP de dezembro.

Com tantas novidades tecnológicas, os jogos de tabuleiro acabaram relegados ao segundo plano na preferência da gurizada no que se refere ao presente de natal. Sério, como alguém vai trocar o IPhone - que ainda nem chegou por aqui, mas já é a nova tetéia tecnológica - o Ipod, os milhares de modelos de celulares existentes, os tocadores de MP3, as câmeras com mais recursos a cada dia que passa e o Playstation 2, com preço legal, por jogos em que tudo que se faz é arremessar um punhado de dados, arrastar uns pinos, elaborar estratégias ou brincar de perguntas e respostas? Ninguém né?

Dessa maneira o que se observa é uma espécie de nostalgia em relação à esses brinquedos. Quem se agrada deles é a mesma geração que brincava de pogobol, assistia o Caverna do Dragão e escutava o Roxette e o B-52's nas festinhas de garagem. Você não vai ouvir seu sobrinho implorando pra jogar War ou Imagem e Ação na praia, naqueles dias chuvosos. Mas essa pode ser uma alternativa legal para você e para aqueles seus amigos de 20 e poucos (ou muitos) anos. Seguem os favoritos da casa!

Imagem e Ação: nesse brinquedo clássico cada equipe deve designar um jogador de cada vez para o ser o desenhista que tentará passar a sua equipe, alguma palavra ou expressão. Não é preciso ser nenhum Frank Miller. O que vale é a imaginação. É proibido falar, escrever letras e números, fazer gestos ou mímicas. Os únicos instrumentos que o jogador terá à disposição são um lápis e um papel, para desenhar, esboçar e rabiscar o que quiser! Se você não desenha desde o primário, melhor. O troço fica ainda mais engraçado!

War: esse faz uma caralhada de tempo que não jogo, mas também é muito divertido! Nele, cada jogador deve elaborar as suas estratégias para derrotar adversários e conquistar territórios e continentes. Entre os pontos positivos é que você finalmente vai ficar sabendo que existe um lugar no planeta chamado Vladivostók. Não que isso vá mudar sua vida. Entre os poréns, a exigência de pelo menos 3 jogadores. E o limite de 6.

Scotland Yard: nesse sensacional jogo, você tem que dar uma de Sherlock Holmes, juntando uma série de pistas para desenvolver o quebra-cabeças que o levará a desvendar os mistérios de cada caso, que podem variar do assassino, passando pela arma utilizada até chegar nos motivos que levaram o criminoso a cometer o delito. Divertidíssimo, o único porém é que ele pode ser um pouco cansativo pra galera mais nova.

Master: esse é o favorito desde sempre! No tabuleiro, nove assuntos (ciências, entretenimento, variedades, geografia, artes, esportes entre outros) estão disponíveis. Cada jogador deve escolher um dos temas para ir respondendo. Assim que atingir o centro do tabuleiro, o participante deverá responder uma pergunta a respeito de cada tema. São 5400 perguntas, divididas em 600 fichas, ou seja: é diversão por horas e horas! O único porém - ou não, dependendo do ponto de vista - é que as pessoas precisam ter um mínimo de conhecimentos gerais para participar do troço. Senão não tem a mínima graça


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Repare que todos os jogos são da Grow.

Agora é com você! Chame seu avô e diga que você tem algo muito mais divertido que a canastra, pra mostrar pra ele.
filmado por Tiago às 12:12 PM |

Um Ano de Conquista

Ontem tive a oportunidade de assistir ao filme Gigante - Como o Inter Conquistou o Mundo, dirigido por Gustavo Spolidoro e com linda montagem de Giba Assis Brasil. Não vou fazer resenha, senão será impossível não dar uma nota 10, para uma história de conteúdo tão sensacional. O fato é que, mesmo agora, um ano depois da conquista, os acontecimentos do jogo continuam vivos no coração de qualquer colorado. A impressão que dá, quando revemos aquela falta na meia-lua a favor do Barça, aos 40 do segundo é que o lance tem que passar logo para que ela não invente de entrar, mesmo que já saibamos como tudo acaba. É de arrepiar.

Falando em arrepiar, todo mundo sabe que eu não sou lá muito fã do Galvão, mas na minha opinião nenhuma narração supera a do cara. Choro cada vez que revejo. É um momento que está guardado para sempre na memória de metade vermelha do estado. E que vale sempre ver de novo.





Parabéns ao meu Inter pelo primeiro ano de sua maior conquista. E como diz o letreiro final do filme: esta é uma história que não tem fim.
filmado por Tiago às 10:44 AM |

Quarta-feira, Dezembro 19, 2007
Greve dos Roteiristas e as Premiações

Nesse meio tempo em que fiquei sem postar - ficar sem internet é uma bosta - devo dizer que muita coisa aconteceu, cinematograficamente falando. Por exemplo, já saíram os indicados ao Globo de Ouro que vocês já devem estar carecas de saber. Mas a novidade mais quente envolve a famosa greve dos roteiristas em Hollywood e que está deixando os organizadores das premiações que estão por vir de cabelos em pé, já que os representantes do Writers Guild of America, sindicato dos roteiristas de Hollywood, recusaram o pedido feito para que seus associados pudessem trabalhar na cerimônia de entrega do Globo de Ouro, marcada para 13 de janeiro. Além disso, foi recusado o pedido para uso de clips de filmes antigos, feito pelos organizadores do Oscar. Reza a lenda que até a estatueta do Oscar estaria de greve..


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Acapulco me espeeeera


*turrumpsh*

Desde 1912 fazendo piada pior que o pessoal do Casseta e Planeta.
filmado por Tiago às 6:55 PM |

Terça-feira, Dezembro 18, 2007
Top 5 Especial
Piores Filmes do Ano


Fim de ano chegando, é hora de escolher os piores e melhores da telona em 2007. Começamos pela parte podre. Devo dizer, honestamente, que não asssiti a tantos filmes ruins nesse ano. Tipo, acho que fui mais cuidadoso nas escolhas. Ou o ano tava um pouco mais fértil, vai saber. Mas ainda assim, é sempre bom escolher os piores filmes do ano. Ainda mais porque a grande maioria dos selecionados estavam entre as grandes produções/bilheterias de 2007, o que torna a brincadeira ainda mais divertida. Veja se você concorda!

1) Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider)
De Mark Steven Johnson. Com Nicholas Cage, Eva Mendes, Peter Fonda e Wes Bentley. Aventura, 2007, 114 minutos.

Sinceramente eu já não sou muito fã de filme de herói. Até gosto dos famosões tipo o Homem-Aranha. Mas aí a ter que agüentar essa pérola, baseada no gibi de sei lá eu quem e ainda ter que suportar o Nicholas Cage com aquela mesma cara de paspalho de sempre mais uma trilha sonora óbvia e irritante, além de um vilão que faz o Capitão Feio da Turma da Mônica parecer o pior dos inimigos? Esqueça. Aposto que nem seu sobrinho de 5 anos gostou dessa joça.

2) Piratas do Caribe - No Fim do Mundo (Pirates of the Caribean - At The End's World)
De Gore Verbinsky. Com Johnny Depp, Orlando Bloom, Keira Knightley e Geoffrey Rush. Aventura, 2007, 168 minutos.

É com algum pesar que incluo o terceiro episódio de Piratas do Caribe nessa lista. Mas acontece que o filme que fecha a trilogia é igual ao corpo do vilão Davy Jones (Bill Nighy): não tem coração. É oco. Sem vida. Um emaranhado de cenas de ação, repletas de explosões, mas sem conteúdo. Nem a presença sempre marcante de Jack Sparrow - que dessa vez está perdido lá no cu do mundo - ajuda. A salada é tão grande e tão confusa que as quase 3 horas são de doer.

3) A Volta do Todo Podersoso (Evan Almighty)
De Tom Shadyac. Com Steve Carrel, Morgan Freeman e John Goodman. Comédia, 2007, 95 minutos.

Não dá pra negar que o Todo Poderoso, lançado em 2003 até que era engraçadinho, mas essa medonha continuação é tenebrosa. Nela, Steve Carrell recebe de Deus (Morgan Freeman) a incumbência de construir uma arca, que nem a de Noé. Só que na historieta, nada funciona: o roteiro é péssimo, as interpretações beiram o risível e até o Steve Carrel, sempre tão a vontade em seus papéis, parece constrangido. Pra piorar o que era pra ser uma comédia, mais parece drama familar. Caastrófico, com o perdão do trocadilho.

4) O Retorno dos Malditos (The Hills Have Eyes 2)
De Martin Weisz. Com Daniella Alonso, Michael McMillian e Jessica Stroup. Terror, 2007, 91 minutos.

Se eu tivesse retirado mais filmes de terror nesse ano, acho que o Top 5 se completaria só com eles. Nessa continuação do razoável Viagem Maldita, um grupo de oito soldados da Guarda Nacional pára em um campo de pesquisa localizado no meio do nada, no estado do Novo México. Lá, após terem seu veículo sabotado, eles encontram uma série de mineiros mutantes, resultado de anos de experiências atômicas no local. Uma sensação de dejá vú não será mera coincidência.

5) Número 23 (Number 23)
De Joel Schumacher. Com Jim Carrey, Virgínia Madsen e Logan Lermann. Suspense, 97 minutos.

Esse filme é tão xarope que por pouco não saí no meio da sessão. Na história, o Jim Carrey (sem nenhuma careta) ganha de presente da sua mulher um livro chamado Número 23. E é depois que ele começa a ler a bagaça que se inicia a paranóia em torno do tal vinte e três. E aí haja saco pra agüentar os algarismos 2 e 3 nas lojas, nos endereços, nos produtos do supermercado, nos nomes das pessoas e em tudo quanto é canto. Joel Schumacher não avacalhava tanto desde os seus Batman. Na boa.


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Motoqueiro Fantasma. E diversão também.


Poderia ter citado vários outros tipo Motoqueiros Selvagens, Factotum - Sem Destino, ou ainda o Últimos Dias do Gus Van Sant. Mas na lista só cabem cinco.

E pra vocês, quais os piores?
filmado por Tiago às 1:54 PM |

Segunda-feira, Dezembro 10, 2007
CineBaú - Clássicos da Sétima Arte
O Homem que Matou o Facínora (The Man Who Shot Liberty Valance)


De John Ford. Com James Stewart, John Wayne, Lee Marvin e Vera Miles. Faroeste, 1962, 123 minutos.

Ransom Stoddard, Liberty Valance, Tom Doniphon... a impressão que dá, no cinema de John Ford é que até os nomes são imponentes, grandiosos e híperbólicos. Isso que nem começamos a falar de cenários, tomadas de câmera e histórias de faroeste que este americano, falecido em 1973, sabia contar como ninguém. Em O Homem que Matou o Facínora, clássico de 1962, James Stewart é o advogado Ranson Stoddard que após formado, em direção ao oeste, acaba assaltado e brutalmente espancado. Ajudado pela pequena comunidade de Shinbone, ele decide fixar residência no local, com o intuito de auxiliar os rancheiros na luta contra Liberty Valance (Lee Marvin, fantástico), seu cruel algoz.


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Claro que esta não será uma tarefa fácil, ainda mais para um universitário, que está mais habituado aos livros do que as armas. E é aí que entra o John Wayne (sempre ele): como Tom Doniphon, ele interpreta um velho pistoleiro que, mesmo amargurado, auxilia Ranson na empreitada. A obra, além de conter impagáveis momentos de bom-humor (principalmente com o xerife), possui diversas cenas de real tensão. A hora em que Liberty invade o restaurante de Hallie (Vera Miles, maravilhosa) e percebe que Ranson está vivo é de gelar a espinha. O tempo fecha, mesmo sem fechar de fato.

Curiosidade: foram 22 filmes em que John Ford e John Wayne estiveram juntos. A parceria esteve em pérolas que eu nunca vi, mas sei que são pérolas tipo No Tempo das Diligências, A Longa Viagem de Volta e no indiscutível clássico Rastros de Ódio. O Homem que Matou o Facínora foi o 19º trabalho dos caras.
filmado por Tiago às 4:41 PM |

Quarta-feira, Dezembro 05, 2007
Post Sem Zoar Corinthiano

Li essa semana em Veja a Cate Blanchet dizendo que na época em que ela estava filmando I'm not There, sobre a vida de Bob Dylan que estréia em breve por aqui, o marido dela não conseguia nem beijá-la. Convenhamos, a atriz ficou a cara do cantor, como vemos na foto abaixo.


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Logo começam as escolhas de melhores e piores do ano pelas publicações e aqui no brogue também, claro. Mas dentro de uma categoria, já temos um vencedor disparado. A melhor capa de disco, é indiscutivelmente, Send Away the Tigers, do Manic Street Preachers.


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CHUUUUUUPAAAAAA TIMÃÃOOOOO!!! Caralho, não resisti. E espero nunca mais ter que ter o desprazer de torcer pro tricolor gaúcho. Argh!
filmado por Tiago às 8:25 AM |

without a trace, desde 2004 sendo líder de bilheterias.
direção
Este é um blog sobre cinema e entretenimento. E este que vos fala, que responde por Tiago Bald, apesar de ser um farsante que não entende porra nenhuma sobre o assunto citado, ainda se arrisca a escrever resenhas e afins. Funciona assim: vocês finjem que acham legal e eu continuo escrevendo, certo?

deixa que eu deixo
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ato ou efeito - um blog quente (heh)
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nem melhor, nem pior. apenas igual.
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