Terça-feira, Março 11, 2008
Só pra Constar
Galera, ando com paciência zero e tempo idem para os filmes. Sério, não vi mais de duas películas na última semana e ando sem vontade nenhuma de assistir aqueles filmes que exigem um pouco mais de raciocínio. Peguei o
SuperBad – É Hoje no último finde e, porras, adorei. Muito divertido, com situações hilárias e diálogos engraçadíssimos.
Em compensação retirei também
O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford e, mesmo sabendo que é um
puta filme, com 32 minutos de fita caí num sono profundo. Claro que depois acordei e encarei a obra até o final, mas quase me perdi em meio a tantos personagens e em meio a tanta densidade da história. Culpa toda minha, claro, já que ando com a cabeça lá na
casa do caceta e ando não conseguindo me concentrar em porra nenhuma. É que nem quando lemos um livro e percebemos que, após ler uma página inteira, não compreendemos merda alguma!
Claro que logo a situação volta ao normal. É início do semestre, volta ao trabalho e ainda por cima sem internet em casa e com
websense no trabalho. Como se inspirar?
SuperBad
filmado por Tiago às 12:06 PM |
Sexta-feira, Março 07, 2008
Resenha - Cinema
Cloverfield Monstro (Cloverfield)
De Matt Reeves. Com Michael Stahl-David, T. J. Miller e Jessica Lucas. Ação, 2008, 85 minutos.
Quando o
A Bruxa de Blair foi lançado, em 1999, seus produtores tiveram a genial sacada de utilizar a internet – ferramenta que começava a se expandir – para a divulgação. Resultado: aquele vídeo tosco, com três estudantes que se perdiam no meio de uma floresta no estado do Maryland e acabavam atacados por uma bruxa que nunca aparecia, acabou virando fenômeno instantâneo. Tanto é, que até hoje, muita gente acredita que aquilo foi real. Foi né?
A procura de abrigo. Moletom também serve. *turrumpsh*
Agora, quase 10 anos depois, o produtor J.J. Abrams (da cultuada série
que eu nunca vi e não vou ver Lost), ataca novamente, utilizando mais ou menos o mesmo princípio. Tudo começou a um meio ano atrás, com a divulgação de um trailer, que mostrava um grupo de adolescentes que, em meio a uma festa, acabava sofrendo um terrível ataque. Utilizando o mesmo esquema da câmera na mão, Abrams provocou a curiosidade de cinéfilos, blogueiros e
nerds, que trataram aos poucos de tentar montar o quebra-cabeças por trás da brincadeira. Agora que
Cloverfield foi lançado, percebemos mais do que nunca que, com o acesso facilitado a informação, fica difícil manter segredo por muito tempo a respeito de um projeto. Lá pelas tantas todo mundo já sabia que se tratava de um filme de monstrengo – uma espécie de
Godzilla que prefere Nova Iorque do que Tóquio – que, irritadinho, resolve destruir tudo. Pra deixar claro, a obra é bacana. Tem tensão e ação do início ao fim e, com essa cara quase documental, institui um novo estilo dentro dos filmes do gênero. Aquele que faz com que o espectador se sinta exatamente como o personagem, sem dar importância pra contextualização. O que vimos é meia-dúzia de amigos fugindo sem saber bem do quê, sem saber se o exército vai chegar, se a cavalaria vai aparecer, ou se o presidente vai se pronunciar. Esse caráter minimalista faz com que nos aproximemos da trama e passemos a perceber exatamente o que sentiríamos se algo do tipo acontecesse realmente no nosso planetinha.
Nota: 7,5
filmado por Tiago às 12:08 PM |
Quarta-feira, Março 05, 2008
Rapidinhas do WAT
Um filme que tem o Clive Owen e o Paul Giamatti como antagonistas, não pode ser ruim. Ainda mais se esse filme for uma comédia de ação que tira o tempo pra
avacalhar diversos aspectos do gênero, numa mistura que lembra um tanto o Quentin Tarantino na boa fase. Clive é uma espécie de justiceiro que flagra uma cambada que persegue uma noiva (Kill Bill?), com o intuito de matá-la. Aí então ele compra a briga e, caralho, tome bala! Diga-se de passagem – e a
Revista SET já falou sobre isso esses tempos – poucas vezes um título em português foi tão adequado. As soluções encontradas pelo protagonista em cada situação, os diálogos – e até pensamentos – incrivelmente hilários, os hábitos esquisitos de cada personagem, mais a Mônica Belucci toda linda, fazem de
Mandando Bala (Shoot'em Up, 2007), diversão do início ao fim.
Pra quem gosta de: Quentin Tarantino, rock'n roll, tiroteio e cenouras.
Nota: 8
filmado por Tiago às 12:10 PM |
without a trace, desde 2004 sendo líder de bilheterias.